Vai pegar estrada? Confira como pagar o pedágio nas rodovias federais concedidas em MG
Antes de começar uma viagem, os motoristas que circulam por rodovias federais concedidas em Minas Gerais encontram diferentes formas de pagamento de pedágio. Para orientar os usuários, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) consolidou as informações sobre as concessões em operação e os meios de pagamento aceitos em cada trecho.
Segundo a agência, quase a totalidade das praças de pedágio em rodovias federais concedidas já aceita mais de uma modalidade de pagamento. Entre as opções estão:
- Pix
- Cartões de crédito e débito por aproximação
- Dinheiro em espécie
- Sistemas automáticos por meio de tag
A regra vale para concessões em operação no Estado e busca reduzir filas e interrupções durante o deslocamento.
Além das formas de pagamento, os contratos preveem o Desconto de Usuário Frequente (DUF), aplicado a veículos de passeio. O benefício concede redução progressiva no valor da tarifa a cada passagem pela mesma praça dentro do mesmo mês, com o maior percentual alcançado na 30ª passagem.
Na prática, o motorista pode escolher como pagar antes mesmo de chegar à praça de pedágio. Quem utiliza Pix ou cartão realiza o pagamento diretamente na cabine, enquanto usuários de tag seguem sem necessidade de parada. O pagamento em dinheiro segue disponível. A medida tem impacto principalmente em períodos de maior fluxo, como férias, feriados prolongados e datas comemorativas.
Em Minas Gerais, as concessões federais em operação aceitam todas as modalidades de pagamento listadas pela ANTT. Confira:
- Autopista Fernão Dias S.A. (BR-381/SP e MG): Pix, cartões, dinheiro e tag
- ECO050 – Concessionária de Rodovias S.A. (BR-050/MG e GO): Pix, cartões, dinheiro e tag
- Ecovias do Cerrado S.A. (BR-365/GO e MG e BR-364/GO): Pix, cartões, dinheiro e tag
- Via Brasil BR-262 S.A. (BR-262/MG e ES): Pix, cartões, dinheiro e tag
Alguns trechos concedidos ainda não realizam cobrança de pedágio. De acordo com a ANTT, isso ocorre por causa do estágio contratual e não por ausência de meios de pagamento. É o caso da Nova BR-381, em Minas Gerais, que opera no modelo free flow, com cobrança eletrônica e sem praça física, conforme o cronograma previsto no contrato de concessão.
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