Caged: veja as cinco cidades que mais geraram empregos em Minas Gerais em janeiro
Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas Gerais, a 124 quilômetros de Belo Horizonte, foi a cidade que mais gerou empregos no Estado em janeiro, com 733 vagas de saldo. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Conforme o relatório, o município de 105.552 habitantes, segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve 1.717 admitidos e 984 desligados, gerando o resultado citado. Com isso, Nova Serrana tinha, em janeiro, 26.083 pessoas empregadas.
As outras localidades com melhores registros foram Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH); Capelinha, no Vale do Mucuri; Extrema, no Sul de Minas; e Itambacuri, no Vale do Rio Doce. Veja os números:

Minas Gerais registrou saldo de 7.425 vagas
No Estado, a variação entre admissões e demissões foi de 7.425 vagas: foram 225.801 contratações no primeiro mês do ano, mas houve 218.376 desligamentos. O estoque mensal estadual ficou em 4.995.863 empregos.
Desse saldo total (7.425 vagas), 9.195 oportunidades foram na indústria; seguida da construção (4.243); agropecuária (334); já serviços (-606) e comércio (-5.741) tiveram saldo negativo.

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Caged foi criado pela Lei 4.923 de 23/12/1965, quando instituiu-se a obrigatoriedade das informações sobre admissões, desligamentos e transferências. Desde sua fundação até a atualidade, o sistema tem sido reformulado e, atualmente, serve como “importante fonte de informação do mercado de trabalho de âmbito nacional e de periodicidade mensal”.
“Foi criado como instrumento de acompanhamento e de fiscalização do processo de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e de apoiar medidas contra o desemprego. A partir de 1986, passou a ser utilizado como suporte ao pagamento do seguro-desemprego e, mais recentemente, tornou-se, também, um relevante instrumento à reciclagem profissional e à recolocação do trabalhador no mercado de trabalho”, informou a pasta, em nota.
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