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Moda circular: brechós são alternativas para consumo consciente

Franquia Giralook tem a sustentabilidade na sua prática diária
Moda circular: brechós são alternativas para consumo consciente
Proposta da Giralook é de uma loja mais elaborada, que fugisse do conceito de bazar | Foto: Thayza Marins/ Divulgação Giralook

Considerada extremamente poluente, a indústria têxtil tem um aliado na busca pela sustentabilidade que surge quando a cadeia produtiva parece ter chegado ao fim: os brechós. Longe do antigo estereótipo de roupas velhas e desgastadas, a franquia Giralook, também criada em Belo Horizonte, tem a sustentabilidade na sua prática diária e também como valor para encantar futuros franqueados e consumidores.

Para a cofundadora da Giralook, Daniela Repolês, a rede de brechós infantis integra a moda circular com ações sociais, permitindo que pessoas de diferentes classes sociais tenham acesso a produtos de qualidade a preços acessíveis.

“A nossa proposta inicial foi construir um brechó com um segmento diferenciado, uma loja mais elaborada, que fugisse do conceito de bazar, que as pessoas tinham de roupa suja e danificada. Criamos uma loja com uma estrutura diferente, que trazia um conforto maior para o cliente, uma apresentação melhor desses produtos. Passado algum tempo, entendemos que o negócio poderia prosperar em relação à moda circular, trabalhando realmente a questão do consumo sustentável, porque era uma coisa que não estava ainda na cultura do brasileiro, As pessoas não tinham o costume de desapegar, de trocar, de vender os produtos que tinham parados dentro de casa”, relembra Daniela Repolês.

Atualmente, com 11 lojas, entre próprias e franquias, a rede busca parceiros que também entendam a sustentabilidade com valor do negócio e estejam dispostos a levar essa mensagem para os seus clientes. Segundo o cofundador da Giralook, Adriano Pereira, o próximo passo é abrir uma vertical de moda feminina para ampliar o alcance da mensagem.

“No primeiro semestre de 2026 a Giralook vai trabalhar também com moda feminina. As mulheres são as grandes consumidoras de produtos de moda porque ela compra para si e para toda a família. Além de criar um novo nicho e ampliar as possibilidades de ganho para os nossos franqueados, vamos potencializar o nosso discurso e levar a ideia de sustentabilidade para mais gente”, completa Pereira.

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