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Greve de caminhoneiros deixará um estado inteiro sem gasolina a partir de segunda (13)

Postos de combustíveis ainda têm estoque, mas orientação é abastecer com antecedência

2 min de leitura
Greve de caminhoneiros deixará postos do ES sem combustível | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma greve de caminhões-tanque prevista para começar na próxima segunda-feira (13/07) pode deixar o Espírito Santo sem abastecimento de gasolina, diesel e etanol. A paralisação foi anunciada pelo Sindirodoviários, sindicato que representa os motoristas responsáveis pelo transporte de combustíveis no estado, após cinco rodadas de negociação com o setor patronal não avançarem.

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O que motivou a greve de caminhões-tanque no ES

A greve de caminhões-tanque foi anunciada após o sindicato considerar esgotadas as tentativas de negociação com as empresas e empregadores. 

As principais reivindicações da categoria envolvem melhorias nas condições de trabalho e avanços nas negociações salariais. 

O Sindirodoviários afirmou que segue aberto ao diálogo e que a paralisação pode ser suspensa caso uma proposta satisfatória seja apresentada antes de segunda-feira. 

“Diante da falta de acordo, a partir de segunda-feira a categoria entrará em greve. Permanecemos à disposição para retomar as negociações a qualquer momento, caso o setor patronal se sensibilize e apresente uma proposta que valorize esses trabalhadores”, informou o Sindirodoviários em nota.

Como os motoristas devem se preparar

Segundo o sindicato, os postos de combustíveis do Espírito Santo não devem ficar desabastecidos imediatamente, pois ainda contam com os estoques armazenados. 

No entanto, caso a greve de caminhões-tanque se mantenha por mais dias, os estabelecimentos ficarão sem novos abastecimentos, o que pode comprometer o fornecimento ao consumidor final.

A orientação do sindicato é que os motoristas não esperem o tanque entrar na reserva para abastecer. Antecipar o abastecimento nos próximos dias é a forma mais segura de evitar transtornos caso a paralisação seja mantida.

Até o momento, não há confirmação de que a greve se estenda a outros estados brasileiros ou que provoque impactos nacionais no fornecimento de combustíveis.

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