Sete lojas em Belo Horizonte, Betim, Santa Luzia e Vespasiano foram alvo de uma operação federal nesta quinta-feira (17) contra a venda de celulares irregulares. A ação integra a 2ª fase da Operação Última Chamada, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com participação da Receita Federal.
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No total, 67 servidores fiscalizaram 72 pontos de venda em oito estados: Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas, Espírito Santo, Goiás e Acre. Em MG, 15 servidores fiscalizaram os 7 estabelecimentos.
Celulares irregulares, TV boxes e receptação na mira
Os estabelecimentos são suspeitos de vender aparelhos que não passaram pelo processo regular de importação, além de celulares vinculados a crimes de receptação, ou seja, aparelhos roubados ou furtados revendidos ilegalmente. Os fiscais investigam também TV boxes, equipamentos usados como decodificadores não autorizados de canais pagos.
Nos mesmos estabelecimentos, foram identificadas irregularidades perante a Receita Estadual, o Procon e a Receita Federal.
1ª fase já havia prendido 396 em flagrante
A 1ª fase da operação, realizada em agosto, resultou em 396 pessoas presas em flagrante, recuperação de 9.989 celulares e fiscalização de 601 estabelecimentos. Outras 51.604 pessoas foram notificadas por estar com aparelhos identificados como roubados ou furtados.
A 2ª fase amplia o escopo e, além da receptação, passa a incluir todo o circuito de venda de celulares irregulares nos oito estados participantes. A operação tem caráter permanente, segundo o MJSP.