PF vai investigar se influenciadores foram pagos para defender Master nas redes
A Polícia Federal abriu uma apuração inicial sobre informações sobre o caso de 46 perfis em redes sociais que fizeram um bombardeio digital com ataques simultâneos contra o Banco Central e investigadores no caso Master. Se forem comprovadas irregularidades, o órgão poderá instaurar inquérito policial.
A prática já vinha sendo observada durante o processo de análise pelo órgão regulador da venda do banco para o BRB (Banco de Brasília), mas cresceu nos últimos dias em meio à guerra jurídica no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TCU (Tribunal de Contas da União) travada entre os investigadores e os advogados do Master.
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Os influenciadores vêm publicando posts com informações enviesadas sobre os acontecimentos em torno da liquidação do Master, com críticas à atuação do BC e à liquidação do Master.
A ofensiva digital também mira o presidente do BC, Gabriel Galípolo, seus familiares, o diretor de Fiscalização, Aílton de Aquino Santos, além de banqueiros e associações do setor financeiro que organizaram uma contra-ofensiva em defesa da autoridade monetária por meio de uma série de notas de apoio à decisão técnica de liquidar o Master em novembro.
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