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Doença transmitida por mosquito aumentou 55% este ano

Por Carolina Carvalho
23/05/2025
Em Geral
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mosquito pólvora

Foto: Divulgação/Fiocruz

Segundo uma matéria do O Globo, o Brasil registrou dez mil casos de febre oropouche, doença transmitida pelo mosquito pólvora, em 2025. É um aumento de 56,4% em relação ao número de casos registrados no mesmo período do ano passado. A taxa de mortalidade é baixa: de dez mil casos, tivemos quatro mortes pela doença.

O boletim do Centro de Operações de Emergências (COE) para Dengue e outras Arboviroses revelou que a maior parte dos casos, cerca de seis mil, foi no estado do Espírito Santo. O segundo com mais casos foi o Rio de Janeiro (1,9 mil) e o terceiro, Ceará (573). “Transmissão ativa também foi registrada em Roraima, Rondônia, Amapá, Tocantins, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná”, diz o documento.

Febre Oropouche e o mosquito que transmite a doença

Causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), a febre oropouche é transmitida majoritariamente por meio da picada do mosquito Culicoides paraensis, conhecido como mosquito-pólvora ou maruim. Esse mosquito inicialmente era mais encontrado na região amazônica, mas atualmente ele é encontrado em praticamente todo o país.

No geral, os sintomas da febre são bem parecidos com os da dengue:

  • febre de início súbito;
  • cefaleia prolongada e intensa (dor de cabeça);
  • mialgia (dor muscular);
  • artralgia (dor articular);
  • tontura;
  • dor retro-ocular;
  • calafrios;
  • fotofobia;
  • náuseas;
  • vômitos.

Como se prevenir da febre oropouche?

Confira as orientações do Ministério da Saúde:

  • Utilizar mosquiteiros de malha fina em portas e janelas, com orifícios menores que 1 milímetro, para evitar a entrada de vetores;
  • Usar roupas de mangas compridas e calças compridas, especialmente em casas onde houver uma ou mais pessoas doentes;
  • Aplicar repelentes de insetos que contenham DEET nas áreas expostas da pele;
  • Em situações de surto, evitar atividades ao ar livre durante o amanhecer e o anoitecer, quando a atividade dos vetores é maior;
  • Buscar atendimento médico em caso de qualquer sintoma suspeito.
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Carolina Carvalho

Carolina Carvalho

Jornalista formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

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