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CBMM quer reduzir em 30% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa

Meta intermediária contempla escopos 1 e 2 até 2030 e complementa o compromisso de alcançar a neutralidade de carbono nesses quesitos até 2040
CBMM quer reduzir em 30% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa
O avanço da agenda de sustentabilidade da empresa vem sendo sustentado por uma estratégia de descarbonização que combina substituição de combustíveis fósseis, eletrificação de processos, otimização operacional e desenvolvimento tecnológico | Foto: Divulgação CBMM

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), líder mundial na produção e comercialização de produtos de nióbio, acaba de anunciar um novo objetivo em sua jornada de descarbonização: reduzir em 30% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa nos escopos 1 e 2 até 2030, passando de 0,62 tCO₂/t de produto de nióbio (ano-base 2022) para 0,43 tCO₂/t.

A meta complementa o compromisso público assumido pela companhia em 2022 de alcançar a neutralidade de carbono nesses escopos até 2040, movimento alinhado à estratégia de longo prazo da organização e às principais diretrizes globais de sustentabilidade e transição energética.

De acordo com a empresa, o avanço dessa agenda já vem sendo sustentado por uma estratégia de descarbonização que combina substituição de combustíveis fósseis, eletrificação de processos, otimização operacional e desenvolvimento tecnológico. Nos últimos 10 anos, a CBMM já reduziu suas emissões (escopo 1 e 2) em 55%.

Entre as medidas em implementação está a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis: passando de GLP para biometano; de coque para carvão vegetal; e de diesel para alternativas mais sustentáveis, visando à redução de emissões com eficiência econômica. Além disso, a companhia vem ampliando o uso de equipamentos totalmente elétricos, como as novas caldeiras e fornos que serão implantados na planta de óxidos.

As emissões de escopo 2 são consideradas neutras desde 2019, por meio da aquisição anual de RECs (Renewable Energy Certificates), que asseguram que 100% da energia elétrica fornecida à CBMM é proveniente de fontes renováveis.

Conforme a companhia, ao comunicar sua meta intermediária e detalhar o avanço das iniciativas em curso, a CBMM reforça sua estratégia de inovação, eficiência e sustentabilidade, além de ampliar a transparência de sua jornada de descarbonização junto ao mercado.

“A divulgação dessa meta intermediária é fundamental para dar transparência, de forma responsável, de como estamos avançando rumo a neutralidade em 2040. Nosso compromisso se apoia em investimentos contínuos em pesquisa, novas tecnologias e parcerias globais, elementos essenciais para garantir competitividade, promover a descarbonização de múltiplas cadeias produtivas e consolidar a liderança brasileira em soluções para uma economia de baixo carbono”, afirma o CEO da CBMM, Ricardo Lima.

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