O que o comerciante deve saber para o Carnaval de BH? Tire suas dúvidas!

CDL/BH cria guia para orientar o setor durante os dias de folia

6 de fevereiro de 2024 às 12h33

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Crédito: André Fossati

O Carnaval está chegando e é hora dos comerciantes se prepararem para atender aos milhões de foliões que são esperados nas ruas de Belo Horizonte durante a festa. Horários de funcionamento, telefones úteis, onde relatar ocorrências e como apoiar vítimas de violência devem estar no escopo do planejamento do varejo para o Carnaval de BH, que vai de 9 a 17 de fevereiro.

Para apoiar os comerciantes neste planejamento, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), lançou uma cartilha virtual com dicas e orientações para cada uma dessas situações.

O material também traz os horários de funcionamento dos negócios e dos desfiles, além de informações sobre como apoiar as vítimas de importunação e violência sexual durante o Carnaval. O objetivo é que os comerciantes também possam auxiliar os foliões com acolhimento e informações sobre denúncia, quando necessário.

A cartilha pode ser consultada no site da CDL/BH. Nela, o comerciante encontra, ainda, informações sobre o itinerário, horário e previsão de público de cada bloco, mapa com as vias que serão fechadas para a circulação dos foliões, link com alterações de pontos de parada dos ônibus de BH e da Região Metropolitana, para também auxiliarem no direcionamento de seus clientes e funcionários.

O lojista também terá à disposição todas as informações sobre como vender bebidas e disponibilizar sanitários para os foliões no Carnaval.  

De acordo com a projeção da CDL/BH, é esperado que o Carnaval contribua na geração de 20 mil empregos diretos e indiretos, e injete cerca de R$ 1 bilhão na economia da Capital. Por isso, o setor de comércio e serviços deve estar bem preparado para dias intensos. Confira algumas dicas do Guia:

  • O comércio de Belo Horizonte poderá funcionar normalmente no período de Carnaval de 2024.
  • No entanto, o empregador não poderá contar com mão de obra de funcionários na segunda-feira (12) e terça-feira (13).

Como o comerciante deve agir em casos de violência contra mulheres e pessoas em vulnerabilidade:

  • Acolha de forma respeitosa as vítimas dessa forma de violência.
  • Respeite a autonomia da mulher na tomada de decisão.
  • Conscientize a sociedade de seu relevante papel na atuação orientativa, preventiva e de acolhimento das vítimas.
  • Oriente a realização de um primeiro atendimento humanizado, organizado e adequado, cujo foco é o bem-estar das mulheres.
  • Priorize a privacidade da mulher.
  • Foque em garantir que a mulher se sinta segura, levando-a para outro ambiente, sempre que possível. Não é necessário que o ambiente separado seja específico, basta que seja um local seguro, podendo ser um escritório do estabelecimento ou até mesmo um local de armazenagem.
  • Tenha um profissional capacitado para ser responsável por acolher as mulheres.
  • Direcione a vítima para as autoridades policiais e aos hospitais especializados em atendimento a mulheres que sofreram importunação sexual.

 *Estagiária sob supervisão da edição 

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