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Inteligência artificial na educação: cinco tendências tecnológicas para 2026

Descubra como a inteligência artificial, robótica e cibersegurança moldarão o ambiente de ensino nos próximos anos
Inteligência artificial na educação: cinco tendências tecnológicas para 2026
Explore as infinitas possibilidades da educação on-line | Imagem: Reprodução Adobe Stock

Assim como ocorreu ao longo dos últimos anos, em 2026 a inteligência artificial (IA) segue ocupando espaço essencial em diversas áreas da sociedade. No que diz respeito ao contexto educacional, não é diferente.

Conforme o relatório Top Strategic Technology Trends for 2026, da Gartner, em nível global, tendências como desenvolvimento nativo em IA, sistemas multiagentes, IA física, plataformas de supercomputação para IA e cibersegurança preditiva estarão em destaque nos próximos anos.

Já em relação ao ambiente de ensino, a IA tende a ampliar trajetórias de aprendizagem personalizadas. Com isso, os professores passam a contar com recursos mais precisos de análise de dados e de automação para acompanhar o desempenho das turmas.

Além disso, o próprio mercado de trabalho passará a demandar profissionais com competências digitais, pensamento computacional e capacidade de desenvolver soluções tecnológicas aplicadas.

A seguir, veja as principais tendências na relação da IA com o aprendizado.

Cinco tendências tecnológicas para 2026

1. Inteligência Artificial personalizada

A IA estará mais integrada ao cotidiano, oferecendo experiências e conteúdos ajustados ao perfil de cada usuário, a partir de análises de dados em tempo real.

2. Robótica educacional

Kits mais acessíveis permitirão que crianças e jovens desenvolvam projetos com sensores, motores inteligentes e módulos com IA embarcada. Ambientes virtuais imersivos devem complementar a prática, unindo gamificação e experimentação desde os primeiros anos escolares.

3. Internet das Coisas no ensino

Ambientes escolares conectados facilitarão o monitoramento do desempenho, a adoção de práticas sustentáveis e a personalização do espaço de aprendizagem.

4. Impressão 3D mais rápida e distribuída

Com equipamentos compactos e versáteis, a impressão 3D tende a ganhar espaço em prototipagem, design e atividades STEAM, ampliando o uso pedagógico em diferentes faixas etárias.

5. Cibersegurança como eixo central

Com o aumento de dispositivos conectados, cresce a necessidade de formar novas gerações aptas a adotar práticas seguras. A educação digital passa a ter papel decisivo na prevenção de golpes e na preparação para a navegação em ambientes on-line.

“Estamos entrando em um período em que soluções antes consideradas futuristas passam a fazer parte da rotina. Já em 2026, veremos tecnologias mais acessíveis, personalizadas e integradas, capazes de transformar profundamente a forma como aprendemos, criamos e trabalhamos”, diz o diretor de Tecnologia do CNA, Henrique Nóbrega.

Colaborador

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