Mês do Meio Ambiente: BDMG e os avanços do crédito verde
O fortalecimento da matriz de energia renovável e a inclusão de práticas verdes no setor produtivo são estratégias cruciais para a descarbonização da economia. São projetos que demandam investimentos e que são tidos como prioritários na discussão global do tema, como ocorre neste mês do Meio Ambiente. No Estado, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais tem atuado na liderança dessa pauta com a criação de linhas de crédito verde destinadas a viabilizar empreendimentos com este perfil, seja no setor privado ou público.
Só em 2026, o volume de financiamentos liberados pelo BDMG para esses projetos, com destaque para os de agricultura regenerativa e energia renovável, cresceu 140% em relação a 2025, somando R$ 276 milhões entre janeiro e junho deste ano. Desde 2019, já são mais de R$ 2,5 bilhões em crédito para iniciativas da chamada economia verde.
O banco acredita no potencial de transformação dessa agenda e se dedica a fortalecê-la. Em 2026, o BDMG disponibiliza R$ 700 milhões em financiamentos para médias e grandes empresas, empreendimentos do Agronegócio e municípios que queiram investir em propostas que gerem impactos ambientais positivos.
Entre as possibilidades, estão investimentos em redução de consumo de energia em empresas e prédios públicos, incluindo a substituição por novos equipamentos, resíduos sólidos, recuperação de solo, irrigação eficiente e controle de poluição.
Para além do crédito, o banco realiza ações de capacitação e conscientização, como treinamentos para quem atua no Agro. Outra frente de ação são os eventos para apresentar soluções ambientais para a indústria, o comércio, o campo, como o que realizaremos dia 10 de junho, na sede do BDMG, com representantes de gigantes como Coca Cola, Heineken, VLI, Localiza, Usina Cerradão, Expocacer.
Modernizar o setor produtivo e progredir em políticas públicas são alguns dos pilares da economia verde, que também depende de progressos na transição energética para se consolidar.
E, mais uma vez, essa é uma questão que para ganhar capilaridade, precisa ser viável e acessível do ponto de vista dos investimentos que demanda. Posso afirmar que o BDMG faz parte desse capítulo da economia mineira ao financiar, cada vez mais, projetos inovadores.
Uma usina que gera energia a partir da palha residual da cana-de-açúcar. Uma fazenda que transforma os dejetos, até então poluentes, da pecuária e da suinocultura em gás metano para gerar energia elétrica e biofertilizantes. A primeira empresa a produzir gás biometano em Minas e que abastece veículos e fornece energia limpa para a indústria.
Estas são algumas ações que encontraram no banco suporte financeiro para se concretizarem e que não deixa dúvidas quanto ao potencial do Estado para liderar o protagonismo no processo de descarbonização da economia nacional.
Nós, do BDMG, nos orientamos pelo compromisso de atuar com coragem e ousadia para buscar novas fontes de captação de recursos que possam nos ajudar a transformar as oportunidades de desenvolvimento sustentável para as empresas e prefeituras de Minas Gerais.
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