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ANTT vai revisar tabela de frete após queda de 15,3% no preço do diesel

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Crédito: Pxhere

Brasília – O corte de 15,3% no preço do diesel, para R$ 1,7984, anunciado ontem pela Petrobras e em vigor até 31 de dezembro, reduzirá também o preço do frete rodoviário no País, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A revisão na tabela de fretes é automática a cada queda ou alta de 10% nos valor do combustível de petróleo e, de acordo com a assessoria da agência reguladora, um novo documento será publicado no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias.

Com a baixa anterior, de 10,1%, nos preços do diesel, no fim de outubro, a ANTT revisou a tabela e reduziu os valores entre 1,2% e 5,32%, dependendo do tipo de carga e da distância percorrida.

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Em 1º de agosto, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou resolução que regulamenta a metodologia de cálculo da subvenção econômica ao diesel, renovada até o fim deste ano por meio de Medida Provisória (MP), com impactos na tabela de frete. Desde então foram anunciados aumentos de 13%, em 31 de agosto, e de 2,8%, em 29 de setembro nos preços diesel e os dois cortes, em outubro e nesta quinta.

Principal crítica da tabela de fretes, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que não fará cálculo do impacto da redução do preço do diesel nos transportes justamente por ser contra o documento. A CNA questiona a constitucionalidade da tabela em ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Comunicado – Em comunicado, ontem, a petroleira disse que o valor caiu para R$ 1,7984 por litro, de R$ 2,1228. A cotação, a menor desde meados de março, valerá até 15 de dezembro.

A redução ocorre em meio a um cenário de preços do petróleo mais baixos no mercado internacional, dadas a ampla oferta e a perspectiva de demanda enfraquecida.
Na última quarta-feira, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis informou que os preços de comercialização do diesel, que regulam o programa de subvenção, tiveram redução semelhante à apontada pela Petrobras, variando de R$ 1,7546 a R$ 1,9006 por litro de região para região.

Seguindo o preço de comercialização, as empresas ficam habilitadas a receber os subsídios, que podem ser de até 30 centavos de real por litro, dependendo das condições de mercado.

O programa de subvenção foi criado em junho deste ano, como resposta do governo a uma greve histórica de caminhoneiros. A Petrobras já recebeu cerca de R$ 3,8 bilhões em ressarcimentos do programa de subsídios.

“A companhia continuará a análise econômica do programa de subvenção para o período subsequente”, destacou a petroleira no comunicado desta quinta-feira.

Desde junho, quando teve início o programa de subsídios, o diesel da Petrobras acumula queda de cerca de 11,5%.

Na semana passada, a ANP afirmou que, diante da forte queda do petróleo no mercado internacional, já vê chances de antecipar fim de subsídio do diesel. (AE/Reuters)

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