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Cemig instalará 200 subestações com investimentos de R$ 5 bi

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Até 2027, a Cemig planeja ampliar a rede de distribuição de energia no Estado, chegando a 615 subestações | Crédito: Divulgação

Com investimentos de R$ 5 bilhões, Minas Gerais ganhará, nos próximos anos, 200 novas subestações de distribuição de energia. Até 2027, o governo do Estado e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vão construir novas instalações e linhas de alta tensão para conectá-las à rede de distribuição, além de obras de reforços nas redes de média tensão na área de concessão da estatal.

Chamado Mais Energia, o programa integra o maior plano de investimentos da história da Cemig, que prevê R$ 22,5 bilhões em aportes.

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Sabemos que nos últimos 15, 20 anos os investimentos da Cemig foram direcionados de forma infeliz e errada e o nosso parque de transmissão e distribuição ficou completamente comprometido e sucateado. Estamos agora conduzindo um processo para que o mineiro volte a ter energia em quantidade e qualidade como é necessário para um estado desenvolver”, disse o governador Romeu Zema (Novo) no lançamento do programa em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce.

Na cidade está sendo construída a nova Subestação Governador Valadares 5, obra de reforço do sistema elétrico da região que será entregue no início de 2022 e beneficiará 100 mil clientes da Cemig. Ao todo, o Mais Energia aumentará o número de subestações no Estado das atuais 415 para 615 unidades até 2027.

Atualmente, 30% das subestações da Cemig possuem restrição de cargas. Com as novas subestações, a previsão é de que este número seja zerado até 2027, acabando com a demanda reprimida por energia em Minas Gerais. Isso porque haverá a injeção de aproximadamente 5 mil Mega VoltAmpére (MVA) de potência no sistema elétrico, mais de 50% da atual capacidade instalada.

Até o final deste ano, já estarão energizadas 22 subestações. No fim de 2022, serão 80. Atualmente, seis dessas novas instalações, mais modernas e potentes, já foram entregues. São elas: SE Bocaiúva (região Norte), SE São Bento Abade (Sul), SE Varjão de Minas e SE Serra do Salitre (Triângulo), SE Nova Serrana 1 (Oeste) e SE Machado Mineiro (Leste).

Subestações da Cemig beneficiarão o agronegócio

O governador também destacou a importância dos investimentos para o desenvolvimento do agronegócio no Estado. O programa inclui projeto de energia trifásica para dezenas de propriedades rurais. “Faz parte deste projeto levar energia trifásica às mais de 600 mil propriedades rurais no Estado. E com isso, vamos levar para esses proprietários uma energia que propicia o agronegócio”, completou.

O diretor-presidente da companhia energética, Reynaldo Passanezi Filho, por sua vez, destacou que o Mais Energia reforça o compromisso da Cemig em garantir e melhorar a continuidade do fornecimento de energia, bem como favorecer o desenvolvimento da atividade econômica em Minas Gerais.

Segundo ele, a meta da Cemig é ser líder no setor de distribuição de energia no Brasil em experiência e satisfação na opinião dos clientes. E de acordo com avaliações realizadas pela companhia, cada nova subestação, em conjunto com as linhas de distribuição associadas, diminui em torno de dez vezes o risco de interrupção de energia, quando comparado ao sistema elétrico anterior, antes da entrada em operação das novas instalações.

Ainda segundo Passanezi, o programa será fundamental para o fortalecimento da economia mineira, possibilitando novos investimentos no Estado e criando postos de trabalho.

“Os investimentos trarão muitos benefícios para a população, como mais energia disponível para o crescimento dos negócios, atendendo às demandas do comércio e da indústria, além de conexão de usinas solares e a ampliação do agronegócio, com geração de emprego e renda para os mineiros. Também proporcionará a redução de interrupções de energia para clientes urbanos e rurais, entregará redes mais seguras para evitar acidentes com choque elétrico, além de fontes de energia mais robustas”, destacou o diretor-presidente da Cemig.

O plano prevê ainda o atendimento de todos os municípios com dupla alimentação em média tensão, a construção de 3.100 quilômetros de novas linhas de alta tensão e a substituição de todas as estruturas de madeira de alta tensão ainda existentes por outras de material mais moderno e resistente. E aumentar a possibilidade de novas conexões de fontes de produção de energia renováveis, como as de usinas fotovoltaicas e eólicas, tornando o sistema de geração cada vez mais robusto e limpo.

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