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Cinco regiões de Minas têm restrições para uso da água

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Crédito: Mara Bianchetti

Embora diversos órgãos federais tenham alertado para os recordes históricos em 91 anos da escassez hídrica no País, o volume pluviométrico de Minas Gerais, mesmo em patamares também baixos, não chega a tantas décadas.

De toda maneira, a situação é preocupante e cinco regiões do Estado já se encontram em situação de restrição de uso da água, incluindo parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

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A declaração de situação de escassez hídrica em porções hidrográficas do Estado tem sido uma das medidas adotadas pelo governo de Minas no enfrentamento à seca.

Segundo o diretor geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Marcelo da Fonseca, elas estabelecem limites para os usos com reduções de 20% a 50% dependendo da destinação.

“De 2020 para cá, somente em outubro passado e fevereiro tivemos um volume de chuva acima do esperado. Isso ocasionou a situação hídrica que vivemos no Estado e medidas estão sendo adotadas como forma de amenizar esses impactos”, disse em coletiva de imprensa.

Uma das portarias foi editada nessa terça-feira (5) e válida até 1º de novembro, declara situação crítica de escassez hídrica no Rio das Velhas, que abastece parte da RMBH e a região Central do Estado.

Com isso, a captação de água será restrita no trecho entre Nova Lima e Presidente Juscelino, que fica a montante da estação Ponte do Licínio e a jusante da estação Honório Bicalho.

Entre os municípios atingidos estão: Araçaí, Baldim, Belo Horizonte, Caeté, Capim Branco, Confins, Contagem, Codisburgo, Curvelo, Esmeraldas, Funilândia, Inimutaba, Jaboticatubas, Jequitibá, Lagoa Santa, Matozinhos, Nova Lima, Nova União, Paraopeba, Pedro Leopoldo, Presidente Juscelino, Prudente de Morais, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia, Santana de Pirapama, São José da Lapa, Sete Lagoas, Taquaraçu de Minas e Vespasiano.

Outra portaria editada também nesta terça-feira diz respeito à região Noroeste do Estado e se soma a mais três, que já haviam determinado restrições para parte da região Leste mineira, à cidade de Uberaba, no Triângulo, e na estação fluviométrica de São Pedro do Suaçuí.

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) garantiu que, apesar da condição de escassez, o abastecimento está em “uma situação bastante razoável”.

“Diferentemente de outros anos, quando chegamos a ter 50 cidades com plano de racionamento, estamos, neste momento, com cinco cidades em racionamento e mais dez cidades em estado de atenção. Além disso, já há alguns meses estamos com a captação no Rio das Velhas abaixo da outorga, por isso, o impacto para essas cidades da RMBH será mínimo”, garantiu o diretor de operações da Copasa, Guilherme Frasson.

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