Serviços respondem por mais da metade dos empregos gerados em Minas Gerais em junho

Setor teve saldo de 74.514 vagas, seguido por Agropecuária, Comércio, Indústria e Construção
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Serviços respondem por mais da metade dos empregos gerados em Minas Gerais em junho
Alimentação faz parte do setor de Serviços | Foto: Reprodução/ Adobe Stock

O setor de serviços, que inclui atividades como educação, saúde e defesa, foi o que mais gerou empregos em Minas Gerais em junho, com saldo de 74.514 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Conforme o relatório, nessa área, o Estado registrou 1.057.527 admissões e 983.013 desligamentos, resultando no saldo citado. No total, ou seja, com todos os grandes grupamentos somados, Minas contabilizou 145.161 empregos formais em junho de saldo.

Em seguida, os melhores resultados foram anotados nas áreas agropecuária, comércio, indústria e construção. Veja abaixo:

Quais atividades compõem o setor de Serviços?

Conforme o Caged, o setor de serviços é composto pelas seguintes áreas:

  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas;
  • Transporte, armazenagem e correio;
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais;
  • Alojamento e alimentação;
  • Outros serviços.

O que é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Caged foi criado pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965, que instituiu a obrigatoriedade do envio de informações sobre admissões, desligamentos e transferências de trabalhadores. Desde então, o sistema passou por reformulações e hoje é considerado uma importante fonte de informações sobre o mercado de trabalho brasileiro, com atualização mensal.

“Foi criado como instrumento de acompanhamento e fiscalização do processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e apoiar medidas de combate ao desemprego. A partir de 1986, passou a ser utilizado como suporte ao pagamento do seguro-desemprego e, mais recentemente, tornou-se também um relevante instrumento para a qualificação profissional e a recolocação de trabalhadores no mercado de trabalho”, informou a pasta, em nota.

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Sobre o autor

Anderson Rocha

Repórter multimídia do Diário do Comércio desde 2025. Graduado em Jornalismo e pós-graduado em Comunicação Digital pela PUC Minas. Vencedor dos prêmios CNJ, Mercantil, Sebrae, CDL/BH e CBN de Jornalismo.

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