IPCA-BH: inflação perde força na segunda prévia

Neste ano, o IPCA-BH sobe 4,13% e no acumulado dos últimos 12 meses, 4,50%
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IPCA-BH: inflação perde força na segunda prévia
Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-BH) de Belo Horizonte subiu 0,24% na segunda quadrissemana de agosto de 2026, de acordo com levantamento divulgado na quarta-feira (19) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead). O indicador contempla o consumo das famílias com renda de 1 e 40 salários mínimos no município.

Esse resultado representa desaceleração tanto em relação à quadrissemana anterior (0,43%) quanto em comparação ao mesmo período de julho (0,75%). Em 2026 o IPCA-BH sobe 4,13% e no acumulado dos últimos 12 meses, 4,50%.

De acordo com o levantamento, os itens que mais contribuíram para a alta do IPCA-BH na segunda quadrissemana de agosto foram: condomínio residencial (1,89%), refeição fora de casa (1,20%), cigarro em maço (9,55%), vidro (13,09%) e cerveja em supermercados (12,33%).

E os itens que apresentaram redução no período da pesquisa foram: excursões (-4,11%), batata inglesa (-25,00%), tapete (-7,68%), mão de obra (-2,17%) e conserto de automóvel (-1,43%).

A Fundação Ipead também divulgou na quarta-feira (19) o Índice de Preços ao Consumidor Restrito (IPCR-BH), que considera o consumo das famílias com renda de até cinco salários mínimos na capital mineira. O indicador no período registrou alta de 0,22% no período, desacelerando frente à quadrissemana anterior (0,37%) e em relação ao mesmo período de julho (0,73%). No ano, o índice sobe 3,83% e no acumulado dos últimos 12 meses, o IPCR-BH acumula alta de 3,82%.

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