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Internacional

Merkel e Macron defendem uma coordenação na reabertura das fronteiras

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Crédito: REUTERS/Axel Schmidt/Pool

Berlim, Bruxelas e Londres – A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Emmanuel Macron, pediram na sexta-feira (18) que os países da União Europeia (UE) coordenem suas políticas de reabertura de fronteiras em meio à pandemia de Covid-19 e se protejam de novas variantes do vírus.

Macron disse que os países do bloco precisam ter cuidado para não permitirem que novas variantes se disseminem, acrescentando que a UE está acompanhando os acontecimentos no Reino Unido, que vê um aumento acentuado nos casos da variante Delta relatados semanalmente.

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“Alguns países reabrem as fronteiras mais cedo por causa do setor turístico, mas precisamos ser cuidadosos para não reimportar novas variantes”, disse ele em uma coletiva de imprensa conjunta com Merkel antes de um jantar de trabalho na chancelaria de Berlim.

Merkel acrescentou: “Não podemos agir como se o coronavírus tivesse acabado”.

“A cautela ainda é necessária para termos um verão de muitas liberdades, se não de todas as liberdades”.

Voltando-se às relações da UE com a Rússia, Merkel disse que o bloco deveria manter um diálogo com Moscou, apesar das grandes diferenças em temas de segurança e em relação aos conflitos na Ucrânia e na Síria.

“A Rússia é um grande desafio para nós, mas a Rússia também é um vizinho continental da União Europeia, e precisamos fazer com que todos os ataques (cibernéticos) híbridos sejam detidos”, afirmou.

Quanto à economia da UE, Macron disse que a prioridade agora é a recuperação, não debates sobre regras orçamentárias entronizadas no Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Vacinas – A AstraZeneca disse nesta sexta-feira que a União Europeia perdeu uma batalha legal com a farmacêutica relativa ao suprimento de vacinas contra Covid-19, já que um tribunal de Bruxelas rejeitou uma solicitação do bloco para obter mais remessas até o final de junho.

Mas a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o veredicto de sexta-feira (18) endossou a opinião da UE de que a AstraZeneca – contra a qual o bloco iniciou um segundo processo recentemente – não cumpriu seus compromissos.

A  farmacêutica se comprometeu em um contrato a fazer o máximo para entregar 300 milhões de doses ao bloco de 27 nações até o final de junho, mas problemas de produção levaram a empresa a revisar sua meta para 100 milhões de vacinas.

Os cortes de suprimento adiaram a campanha de vacinação da UE no primeiro trimestre do ano, quando o bloco apostou inicialmente na AstraZeneca para distribuir o maior volume de suas vacinas. O entrave provocou uma disputa agressiva e levou a UE a processar para obter ao menos 120 milhões de doses até o encerramento do mês atual.

Mas o juiz determinou que a empresa só deve entregar 80,2 milhões de doses até o prazo final de 27 de setembro. A AstraZeneca disse que “excederá substancialmente” esta quantidade até o final de junho.

O tribunal disse em um comunicado que a AstraZeneca precisa entregar 15 milhões de doses até 26 de julho, outras 20 milhões até 23 de agosto e mais 15 milhões até 27 de setembro, totalizando 50 milhões de vacinas. A UE havia pedido 90 milhões de vacinas no segundo trimestre.

Se a empresa não cumprir estes prazos, enfrentará uma penalidade de “10 euros (11,8 dólares) por dose não entregue”, disse a Comissão Europeia. O bloco havia pedido uma multa de 10 euros por dose não entregue por dia.

A AstraZeneca disse que outras medidas pleiteadas pela Comissão foram rejeitadas, e que a corte decidiu que a UE não tem exclusividade ou direito de prioridade sobre outras partes com as quais a farmacêutica tem contratos.

“O julgamento também reconheceu que as dificuldades encontradas pela AstraZeneca nesta situação inédita tiveram um impacto substancial no atraso”, disse a companhia.

No mês passado, a UE iniciou um segundo processo contra a farmacêutica, pedindo penalidades financeiras pelos atrasos no suprimento de vacina. (Reuters)

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