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Opinião

EDITORIAL | Minas começa a virar o jogo

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O governador Romeu Zema, num de seus primeiros pronunciamentos depois de empossado, prometeu fazer do Estado o melhor ambiente para fazer negócios. Naquelas alturas, com as finanças desequilibradas, funcionalismo sem receber e outros problemas, as palavras do novo governador soavam distante da realidade. Mais que excesso de otimismo ou apenas um gesto de conveniência.

Nos vem a lembrança a promessa do governador a propósito do anúncio, pelo Banco Mundial, de estudos – o Doing Business Subnacional Brasil 2021- que aponta o Estado como segundo melhor ambiente para fazer negócios no País, perdendo apenas para São Paulo.

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Para chegar a esta conclusão, técnicos do Bird consideraram fatores como tempo e facilidades para abertura de empresas; obtenção de alvará de construção; registro de propriedades, pagamento de impostos e execução de contratos. Interessante observar que, à falta de recursos, o governo estadual avançou no que era possível, essencialmente atacando a burocracia e com disposição real, como também prometeu o governador, para criar um ambiente menos hostil ao empreendedor, ao empresário.

Estratégia adequada, inteligente, que como se percebe rapidamente produziu resultados a comemorar. Tudo isso apenas para começar. Diante da boa nova, disse o secretário de Desenvolvimento, em declarações já publicadas neste jornal, “que a segunda colocação é um sinal de que evoluímos e nos impõe o desafio de atingirmos o primeiro lugar na próxima edição do levantamento do Bird”.

Esta é a disposição que pode realmente fazer diferença, ajudando o Estado, que este ano voltou também a ocupar a posição de segunda maior economia do País, superando o Rio de Janeiro, a retomar seu protagonismo em todas as frentes, inclusive a política, fazendo valer a avaliação de um grande empresário, que não é mineiro, fique claro, segundo o qual no Brasil nada acontece se não começar em Minas Gerais. Está na hora, para não dizer que passou da hora. E a referência do Banco Mundial é absolutamente que retome o protagonismo, no campo econômico, que marcou os anos 70 do século passado.

Eis o caminho a ser perseguido e nos parece claro que Minas Gerais reúne as melhores condições para fazê-lo, voltando sua atenção para as limitações de logística, de oferta de energia elétrica e derivados de petróleo, gargalos que nos afetam negativamente e, coincidência ou não, foi parte essencial da estratégia dos governadores Milton Campos e Juscelino Kubitschek para o início da virada que marcou a segunda metade do século passado.

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