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Coronavírus Economia

Confiança do comércio cai por falta de vacinação

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Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou redução mensal de 1,5% em março e manteve a tendência observada desde o começo do ano. A variação foi a mesma de fevereiro e reflete as dificuldades motivadas pela demora na imunização da população, no pagamento dos benefícios sociais e por conta de a economia ainda não entrar numa fase de decolagem (take off).

“A implementação de medidas restritivas e indefinições sobre o novo auxílio emergencial respondem por essa desconfiança do setor. A dependência do varejo presencial ainda é grande, apesar dos avanços na digitalização. Esperamos que haja uma agilidade em relação à vacinação, que é o mais urgente no momento. Mas precisamos também de salvaguardas econômicas e sociais”, avalia o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

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Em março, o Icec caiu para 103,6 pontos, mantendo-se na zona superior a 100 pontos, o que reflete relativa satisfação. Os dados, porém, apontam o terceiro sinal negativo no ano e o quarto consecutivo, considerando que em dezembro também houve queda. Na comparação com março de 2020, o indicador da confiança do setor recuou 19,3%.

Conforme o economista da CNC responsável pelo estudo, Antonio Everton, há outros motivos que podem ajudar a explicar o resultado. “Além das dificuldades provocadas pela pandemia com relação ao mercado, há outros fatores que impactam o negócio do comerciante, como a pressão de custos sobre os preços finais, dólar alto e reajustes nos contratos de aluguel. Com as medidas restritivas e a baixa imunização, parece que estamos ainda em 2020. No curto prazo, o índice tende a se comportar dependente de fatores como esses, oscilando em reação com o humor do consumidor”, explica. (Com informações da CNC)

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