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Empresa afirma trabalhar para tornar mineração mais segura | Crédito: Divulgação

A AngloGold Ashanti Brasil está investindo em tecnologias para tornar a ação mineradora cada vez mais segura e sustentável. De acordo com o vice-presidente da AngloGold Ashanti Brasil, Camilo de Lelis Farace, a estimativa é de que, no futuro próximo, perto de 2024, todas as barragens da mineradora, em Minas Gerais, estejam em fase final de utilização e descomissionamento, uma vez que a empresa está implementando a técnica de empilhamento a seco.

O assunto foi discutido, ontem, na live promovida pela Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa de Minas Gerais (ADCE-MG), que teve como tema “Mineração segura e sustentável”.

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Com a pandemia do Covid-19, vários investimentos também foram feitos para a preservação da saúde dos colaboradores e manutenção da exploração. Para conter o avanço da pandemia, ainda foram feitas doações aos municípios em que a Anglo atua, auxiliando na contenção do vírus e na assistência à saúde.

Segundo Farace, a AngloGold  opera com barragens que estão seguras e são monitoradas constantemente. Os investimentos em tecnologias e no monitoramento são responsáveis pela empresa, em 186 anos, nunca ter registrado acidentes envolvendo as barragens.

“Exploramos o ouro e a concentração metálica na natureza é muito pequena, para se ter ideia, a cada 1 tonelada de minério, nós produzimos em torno de 4 gramas de ouro. Todo o excedente do metal produzido é  depositado em barragens e parte volta como rejeito para o subsolo. Há 186 anos estamos minerando o solo brasileiro e temos a marca de não ter nenhum tipo de acidente com relação a barragens dentro das nossas operações. Isso é resultado de um trabalho de engenharia e execução bem feita, com  gestão forte e usando dispositivos que têm a segurança adequada para exercer a atividade com agente minerador”, disse.

Farace explica que, devido à longevidade da Anglo, as cidades cresceram em torno da área de exploração, por isso, desde 2015, a empresa vem em um processo acelerado de migração para a deposição a seco, método que é mais seguro.

“A nossa meta é, no futuro próximo, perto de 2024, termos todas as barragens em Minas Gerais em fase final de utilização e, portanto, descomissionamento, migrando para deposição a seco”.

Por ser uma atividade que causa grande impacto ambiental, a Anglo se dedica as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). Segundo Farace, a cobrança da alta administração da empresa é constante para que se demonstrem com as evidências – que são auditadas – os níveis de aderência ao ESG.

“Dentro da área ambiental, atuamos para ter os melhores padrões da mineração, de tal forma que nossa ação ocorra sem que tenhamos impacto que extrapole qualquer limite legal dentro do que fazemos. Temos auditorias internas severas e criteriosas mais fortes que a legislação exige no País”, afirmou.

Quanto o social, por estar integrada dentro de comunidades que nasceram a partir da existência da empresa, a Anglo procura desenvolver programas para saber o quanto a empresa significa para as pessoas. “Estamos conscientes que a geração de valores do nosso negócio extrapola essas localidades, através de outras contribuições indiretas que proporcionamos através da geração de valor para a sociedade como um todo”, destacou.

Governança – Em relação à governança, a Anglo tem consciência a respeito da forma como tem que gerir os negócios. Para ele, a legislação do Brasil é complexa, pesada e de difícil entendimento e implantação, mas existe uma estrutura na empresa que trabalha da melhor forma possível para por em prática e ter uma forte governança.

Pensando nos trabalhadores e na pandemia do Covid-19, a Anglo implantou diversas ações para evitar a proliferação do vírus. A mineração da Anglo tem como característica o trabalho no subsolo em ambiente fechado, o que é um desafio para manter o distanciamento social e ao mesmo tempo reduzir o impacto nos negócios.

“Várias ações foram implantadas, percebemos que os funcionários estão empenhados e não tivemos impactos relevantes no desempenho e nos resultados do trabalho”, disse Farace.

Foi feito um amplo trabalho de conscientização em relação ao Covid-19 e criado um aplicativo para que os funcionários comuniquem à empresa o estado em que se encontram antes de se deslocar. Uma vez por semana, é feito um monitoramento sobre a rotina fora da empresa, com o objetivo de combinar as informações e atuar de forma prévia no controle da contaminação.

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