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ArcelorMittal nega envolvimento com vacinas irregulares

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Logo da empresa ArcelorMittal em metal sobre um prédio
Crédito: REUTERS/David W Cerny

A denúncia envolvendo empresários do setor de transportes e outros em vacinação irregular contra a Covid-19, em Minas Gerais, segue sendo apurada pela Polícia Federal (PF). Hoje (26), pela manhã, foram feitas diligências e apreensões de documentos e outros materiais em imóveis ligados à empresa Saritur, onde a suposta imunização aconteceu. A empresa nega os fatos às vacinas fora do protocolo.

Envolvida no escândalo da vacinação irregular, publicado primeiramente pela Revista Piauí, no dia 24, a ArcelorMittal, por meio de nota, nega a compra de vacinas e sequer o contato com a Pfizer ou com qualquer outra empresa farmacêutica.

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Informou, ainda, que a Abertta Saúde, empresa de gestão de saúde da ArcelorMittal, atua como posto avançado de vacinação do SUS junto às Secretarias Municipais de Saúde da Capital e de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

A ArcelorMittal desconhece qualquer atuação de seus profissionais em atos correlacionados à vacinação fora dos protocolos do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunização – PNI. A ArcelorMittal reforça que cumpre integralmente as regras de imunização determinadas pelas autoridades de saúde e que possui uma política de integridade consolidada, seguindo rigorosos padrões de conduta ética”, afirma a nota.

Batalha jurídica das vacinas

A Lei nº 14.125, de 2021, autoriza a compra de vacinas pela iniciativa privada, mas determina que todas as doses devem ser doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) até que os grupos de risco tenham sido plenamente imunizados em todo o País.

Na quinta-feira (25), porém, a iniciativa privada ganhou um round da batalha pela compra de vacinas.

O juiz de primeira instância Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, autorizou que o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e a Associação Brasiliense das Agências de Turismo Receptivo importem imunizantes imediatamente para aplicação em seus associados, sem necessidade de doar as doses para o SUS, como determina a Lei.

A decisão pode ser derrubada em instâncias superiores. Segundo informações da Rádio Senado, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, sinalizou que deverá recorrer da decisão da 21ª Vara da Justiça Federal de Brasília que considerou inconstitucional a doação obrigatória para o SUS de vacinas adquiridas pela iniciativa privada. Disse que respeita o veredicto apesar de considerá-lo “equivocado”.

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