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BDMG anuncia a prorrogação da linha de crédito emergencial para empresas do setor de saúde

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Fachada do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG)
BDMG | Crédito: Charles Silva Duarte /arquivo DC

A comemoração do Dia Nacional da Saúde (05), instituído em referência ao nascimento do sanitarista Oswaldo da Cruz (1872-1917), conta com um anúncio especial do Governo de Minas: o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) prorrogou a vigência de sua linha de crédito emergencial – lançada em março de 2020 – para financiar empresas da cadeia da saúde como hospitais, laboratórios, indústrias, distribuidores de medicamentos e insumos.

Com isso, até 31/12 deste ano, o segmento permanece contando com taxas reduzidas que variam a partir de 3,39% ao ano + Selic, além de prazos alongados: carência de até 12 meses e até 60 meses para pagar. O financiamento pode ser utilizado para capital de giro, investimentos, reforço de estoque, contratação de mão de obra e aquisição de insumos, entre outros.

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“Em 16/3/2020, apenas cinco dias depois da decretação oficial da pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o BDMG abriu uma oferta de crédito diferenciado para as empresas do setor de saúde em Minas. Passado esse período inicial, acreditamos que os desafios da crise sanitária continuam a demandar um fluxo maior de liquidez para o setor, para que as empresas ganhem ainda mais competitividade e possam continuar atendendo à população com produtos e serviços necessários ao controle da pandemia”, explica Sergio Gusmão, presidente do BDMG.

Impacto dos financiamentos

Desde o início da crise sanitária, o BDMG já desembolsou R$ 258 milhões para hospitais, centros de apoio diagnóstico, unidades básicas de saúde e de pronto atendimento, fabricantes de materiais/insumos, além de micro e pequenas empresas do setor. Tais recursos foram alocados em 44 municípios mineiros, sendo 64% deles com IDH abaixo da média brasileira.

As operações de crédito viabilizaram, até o momento, a criação de 10 novos leitos de UTI, aquisição de 50 aparelhos hospitalares de alta complexidade como respiradores, ventiladores e/ou raio-X e a produção de 17 mil componentes para a montagem de ventiladores mecânicos, 500 mil testes de covid-19, 430 mil produtos de higiene (álcool em gel 70% e desinfetantes), 700 mil luvas descartáveis, entre outros.

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