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BNDES e companhias aéreas acertam condições de financiamento

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Crédito: REUTERS/Washington Alves

Rio – O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou na sexta-feira (15) que as três principais companhias aéreas que atuam no País, Gol, Azul e Latam, aceitaram as condições financeiras da operação de socorro de bancos para o setor e acrescentou que a ajuda à indústria automotiva será negociada com cada montadora, tendo como exigência a manutenção de operações no Brasil.

Segundo Montezano, as condições financeiras para o socorro às aéreas foram apresentadas às três empresas e, na quinta-feira (14), todas aceitaram o modelo.

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“Ontem todas as três aceitaram a proposta do sindicato de bancos e agora é a fase de execução da operação”, disse Montezano durante entrevista on-line com jornalistas para falar do resultado do banco, que teve lucro de R$ 5,5 bilhões no primeiro trimestre.

A Reuters apurou que o modelo de socorro prevê ajuda de até R$ 6 bilhões para as companhias aéreas, sendo R$ 2 bilhões para cada uma das empresas. O “cheque” do BNDES seria de até R$ 2,4 bilhões, enquanto bancos privados entrariam com R$ 500 milhões. O restante da operação seria com instrumentos híbridos como debêntures conversíveis em ações e emissão de bônus.

As mesmas fontes disseram que a linha deve ficar pronta em junho, e a Latam, por ser uma empresa internacional e com ação negociada em Nova York, poderia ter mais dificuldades para acessar o crédito.

Montadoras – O BNDES negocia com fabricantes de veículos, desde o início da crise criada pelo Covid-19, um modelo para dar suporte ao setor. As montadoras sugerem o uso de créditos fiscais e tributários que têm com Estados e governo federal como garantia do financiamento. Mas dentro do BNDES, a medida é vista com ressalvas dada a incerteza dos créditos.




O presidente do BNDES afirmou que a possibilidade de uso desses créditos como garantia depende do Ministério da Economia e que a potencial ajuda será também no modelo de sindicato de bancos. A indústria diz que o volume de créditos acumulados é de R$ 25 bilhões.

“A negociação será por um sindicato de bancos e com cada uma das empresas (individualmente)… (o empréstimo) tem que ter o aval da matriz e o compromisso de que vai ficar no Brasil”, disse o Montezano. (Reuters)

Terminal em Confins é destaque nacional

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, ficou em primeiro lugar na categoria de aeroportos acima de 10 milhões de passageiros/ano na Pesquisa Nacional de Satisfação de Passageiros, referente ao primeiro trimestre de 2020.

O levantamento é realizado pelo Ministério da Infraestrutura e foi divulgado nesta semana. Conforme os resultados, a nota geral do aeroporto alcançou 4,45 (em uma escala de 0 a 5), enquanto a média obtida pelos demais aeroportos da categoria chegou a 4,31.

Este ano, a pesquisa passou por uma revisão de sua metodologia, com a mudança na classificação de alguns aeroportos. Com isso, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, que alcançou movimentação de mais de 11 milhões de passageiros em 2019, passou da categoria de 5 a 15 milhões de passageiros/ano para a categoria de aeroportos que processam mais de 10 milhões de passageiros/ano.

A coleta de dados relacionados à satisfação do passageiro consiste na realização de entrevista presencial nas salas de embarque e desembarque dos aeroportos pesquisados




O entrevistado deve avaliar um total de 17 indicadores atribuindo de 1 a 5 para cada um deles, sendo 1 a pior nota possível e 5 a melhor nota. Ao fim do questionário, o passageiro ainda avalia sua satisfação geral com o aeroporto.

No caso do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em 13 indicadores, a nota foi maior que a média geral e a média da categoria. Em facilidade de desembarque no meio-fio, por exemplo, o aeroporto obteve o primeiro lugar com 4,66. O aeroporto também ficou em primeiro lugar no transporte até o aeroporto (4,02), processo de check-in (4,58), inspeção de segurança (4,54), controle migratório (4,76), controle aduaneiro (4,71), estabelecimentos de alimentação (4,27), estabelecimentos comerciais (4,31), localização e deslocamento (4,41), conforto da sala de embarque (4,31), disponibilidade de tomadas (3,93), sanitários (4,36) e limpeza geral do aeroporto (4,65).

Para o gestor de Segurança e Processos Integrados da BH Airport, Douglas Gameiro, o resultado registrado na pesquisa mostra que o aeroporto está sempre em busca de oferecer a melhor experiência a passageiros e visitantes.

“O primeiro lugar na categoria de aeroportos acima de 10 milhões de passageiros por ano é reflexo das diversas iniciativas que são realizadas a favor da comodidade e conforto das pessoas que passam por aqui. Neste momento delicado vivido pelo País, com a pandemia do novo coronavírus, redobramos a atenção com a segurança e o bem-estar dos passageiros e seguimos protocolos internacionais para esse tipo de situação”, conclui. (Da Redação)

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