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Cemig afasta gestores de Suprimentos e Logística após denúncia

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São Paulo – A estatal Cemig afastou do cargo uma série de gestores de sua área de Suprimentos e Logística, após ter recebido uma denúncia feita junto ao Ministério Público de Minas Gerais, disse a companhia à Reuters ontem.

A Reuters havia publicado antes, com informação de fontes, que a empresa controlada pelo governo mineiro decidiu afastar uma série de funcionários de carreira com cargo de gerência na semana passada, sem detalhar motivos.

Procurada, a companhia disse que tomou a iniciativa após ser procurada pelo MPMG, que requisitou informações sobre uma denúncia, sem fornecer detalhes sobre o caso.

“A Cemig esclarece que o afastamento em caráter preventivo do superintendente e de quatro gerentes da Superintendência de Suprimentos e Logística, todos funcionários de carreira da empresa, foi motivado por denúncia recebida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG)”, afirmou.

“O MPMG decretou sigilo do inquérito. A Cemig, em observância aos rigorosos controles a que está sujeita, investigará as denúncias recebidas e cooperará com o MPMG”, acrescentou a companhia, que não abriu mais informações sobre a denúncia.

Mais cedo, duas fontes disseram à Reuters que um dos afastados, na sexta-feira passada, foi o superintendente de Suprimento e Logística, Paulo Vanelli.

Uma terceira fonte disse que gestores das áreas jurídica, de comunicação e de suprimentos também foram impactados, embora não seja possível saber se todos movimentos estão relacionados.

“São uns 15 gestores, entre superintendentes e gerentes, que foram afastados de seus cargos… todos com carreira na Cemig”, disse.

Não foi possível contato com Vanelli ou os demais empregados. O Ministério Público Estadual de Minas Gerais não respondeu a um pedido de comentários enviado ontem.

Os funcionários não foram demitidos e seguem trabalhando na Cemig, mas foram afastados de seus cargos e funções originais e ainda não há informações sobre como e se serão substituídos, disse a terceira fonte.

A movimentação vem cerca de um ano após uma mudança no comando da Cemig, que, desde janeiro de 2020, é presidida pelo economista Reynaldo Passanezi Filho, ex-CEO da transmissora de energia Cteep.

A Cemig é controlada pelo Estado de Minas Gerais, do governador Romeu Zema (Partido Novo), que já admitiu que tem como objetivo levar adiante uma proposta de privatização da companhia. (Reuters)

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