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Consumo de gasolina e diesel caem em Minas

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Crédito: REUTERS/Sergio Moraes

As vendas dos derivados combustíveis de petróleo e etanol pelas distribuidoras em Minas Gerais apresentaram queda em fevereiro na comparação com o mesmo período do ano passado. No segundo mês deste ano, foi comercializado 1,118 milhão de metros cúbicos frente a 1,149 milhão de metros cúbicos em igual período de 2020, o que representa uma retração de 2,6%.

Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Carlos Guimarães destaca que o agravamento da pandemia da Covid-19 e as medidas restritivas têm impactado as comercializações de combustíveis. “As pessoas têm ficado mais em casa, não têm circulado com os seus veículos”, afirma ele.

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Além disso, segundo Guimarães, os incrementos realizados nos preços dos combustíveis nas refinarias também têm produzido reflexos nesse cenário.

“Os sucessivos aumentos realizados pela Petrobras nos combustíveis nas refinarias e também os sucessivos aumentos de impostos dos governos estaduais elevaram os preços dos combustíveis a patamares históricos, elevadíssimos, que têm ajudado também na retração do consumo”, avalia.

Apesar de todos os desafios, os números ainda são positivos no acumulado do ano, quando são analisadas as vendas de combustíveis integralmente, embora por item, gasolina e etanol, por exemplo, tenham apresentado retração em todas as bases de comparação.

Diante desse quadro, as vendas de combustíveis em Minas Gerais nos meses de janeiro e fevereiro de 2021 (2,351 milhões de metros cúbicos) em relação ao primeiro bimestre do ano passado (2,332 milhões de metros cúbicos) tiveram um incremento de 0,8%.

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Os dados sobre as vendas de combustíveis em Minas Gerais também mostram que a queda na comercialização da gasolina no Estado foi de 6,3% quando se compara fevereiro deste ano (251.144 metros cúbicos) com fevereiro de 2020 (268.271 metros cúbicos).

No acumulado do ano, as vendas da gasolina também apresentaram retração, embora menor. Enquanto no primeiro bimestre do ano passado foram comercializados 540.848 metros cúbicos, no primeiro bimestre deste ano foram 540.285 metros cúbicos, o que aponta para uma redução de 0,10%.

A comercialização do etanol hidratado sofreu queda em todas as bases de comparação. Enquanto em fevereiro deste ano foram comercializados 237.406 metros cúbicos, em fevereiro de 2020 foram 237.695 metros cúbicos, o que corresponde a um recuo de 0,12%. Já no primeiro bimestre deste ano (486.641 metros cúbicos) em comparação a igual período de 2020 (502.232 metros cúbicos), a retração é de 3,1%.

O óleo diesel, por sua vez, apresentou avanço de 0,2% nas vendas na comparação entre fevereiro deste ano (514.802 metros cúbicos) com fevereiro de 2020 (513.360 metros cúbicos). No primeiro bimestre de 2021 (1,080 milhão de metros cúbicos) em comparação a igual período do ano passado (1,025 milhão de metros cúbicos), o crescimento foi de 5,3%.

Por fim, as vendas do gás liquefeito de petróleo (GLP) apresentaram queda de 1,9% em fevereiro deste ano (97.664 metros cúbicos) na comparação com o mesmo período do ano passado (99.652 metros cúbicos). No primeiro bimestre de 2021 (200.763 metros cúbicos) em comparação ao mesmo período de 2020 (200.460 metros cúbicos) a alta foi de 0,15%.

Demanda por diesel tem queda no País

Rio – As vendas de diesel e gasolina por distribuidoras no Brasil recuaram em fevereiro ante o mesmo período de 2020, revertendo uma recuperação observada no primeiro mês do ano, apontaram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ontem.




As vendas de diesel, principal combustível comercializado no País, caíram 2,5% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, para 4,4 bilhões de litros. Em janeiro, as distribuidoras haviam registrado um aumento de 0,9% nas vendas do combustível na comparação anual.

As vendas de gasolina, por sua vez, caíram 10,3% no segundo mês deste ano ante o mesmo período do ano passado, para 2,8 bilhões de litros. Em janeiro, as vendas de gasolina haviam registrado leve aumento de 0,2% na comparação anual.

Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, registrou queda de 6,8% nas vendas em fevereiro, na mesma comparação. Em janeiro, as vendas do biocombustível haviam recuado 10%.

As vendas de todos os combustíveis no Brasil em fevereiro caíram 6,8%, para 10,33 bilhões de litros.

No primeiro bimestre do ano passado, o setor de combustíveis no Brasil ainda não sofria com os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

No mês passado, a Petrobras chegou a informar que as vendas de diesel e gasolina nas refinarias em janeiro haviam superado os níveis pré-pandemia.

Em contrapartida, o refino de petróleo no Brasil cresceu 4% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, para 53,2 milhões de barris. Em janeiro, o refino havia caído 2,6%, para 54,93 milhões de barris.

A Petrobras detém atualmente quase 100% da capacidade de refino do Brasil. (Reuters)

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