COTAÇÃO DE 29/11/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6090

VENDA: R$5,6100

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6470

VENDA: R$5,7730

EURO

COMPRA: R$6,3216

VENDA: R$6,3229

OURO NY

U$1.783,43

OURO BM&F (g)

R$322,48 (g)

BOVESPA

+0,58

POUPANÇA

0,4412%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia Economia-destaque
Crédito: REUTERS/Sergio Moraes

São Paulo – O ritmo de crescimento do setor de serviços do Brasil perdeu força em outubro diante de uma desaceleração na produção, embora a entrada de novos trabalhos tenha alimentado as contratações, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada ontem.

Segundo o IHS Markit, o PMI de serviços brasileiro foi a 51,2 em outubro, de 51,8 em setembro. O setor mostrou crescimento da produção pelo quarto mês seguido, já que números acima de 50 indicam crescimento, mas o ritmo foi o mais lento nesse período.

PUBLICIDADE

As empresas que citaram expansão falaram em fortalecimento das condições da demanda. As novas encomendas aumentaram pelo quarto mês seguido, no ritmo mais forte desde março.

A categoria de Finanças e Seguros liderou o aumento nas vendas, mas houve declínios em Transporte e Armazenamento e em Serviços Imobiliários e Empresariais.

Houve ainda alguma contribuição dos mercados externos, com as novas encomendas para exportação subindo apenas pela segunda vez no ano. As evidências segundo a pesquisa são de um nível de turismo maior e maior demanda internacional pelos serviços brasileiros.

Contratações – As vendas encorajaram as contratações entre os fornecedores de serviços em outubro, em alta pelo terceiro mês seguido. O crescimento do emprego bateu uma máxima em mais de quatro anos e meio.

Também ajudou nas contratações de funcionários a melhora na confiança, com os empresários esperando para os próximos 12 meses aprovação de reformas públicas, condições econômicas favoráveis, investimentos, parcerias e demanda melhor.

“As empresas comemoraram a aprovação da reforma previdenciária que, junto com as expectativas de reforma tributária, levou a uma revisão para cima das projeções de crescimento”, destacou a economista do IHS Markit Pollyanna De Lima.

Por outro lado, a inflação de insumos aumentou em outubro à taxa mais forte desde maio, com as empresas citando preços mais altos de energia, combustível, petróleo e trabalhistas.

Com isso, as empresas elevaram seus preços, que chegaram ao patamar mais alto em quase quatro anos. Os maiores aumentos foram verificados em Transporte e Armazenamento e em Informação e Comunicação.

A indústria brasileira também mostrou um ritmo mais lento de crescimento em outubro, e o PMI Composto do Brasil recuou a 51,8 no último mês, de 52,5 em setembro. (Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!