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Economia

Emplacamento de veículos sobe em MG

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Crédito: Charles Silva Duarte / Arquivo DC

O mercado de veículos novos, em Minas Gerais, segue em recuperação. Ao longo do primeiro semestre de 2021, frente a igual intervalo de 2020, foi apurada alta de 35,16% na venda de veículos novos. De acordo com os dados regionalizados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram 276.403 emplacamentos feitos no Estado entre janeiro e junho. O aumento se deve à base de comparação fraca do ano passado, quando a crise e as medidas de isolamento contra a Covid-19 impactaram de forma significativa nas vendas.

De acordo com os dados da Fenabrave, somente nos segmentos de automóveis e comerciais leves, as vendas do Estado subiram 36,33% entre janeiro e junho na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. No segmento, os emplacamentos passaram de 156.066 unidades para 212.759 veículos neste ano.

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Ainda em relação aos primeiros seis meses do ano, as vendas de caminhões e ônibus cresceram 42,55%. Ao todo, os emplacamentos do segmento chegaram a  8.590 unidades no Estado, frente às 6.026 unidades registradas entre janeiro e junho de 2020. 

Conforme os dados, somente em junho foram emplacados, no Estado, 56.437 veículos, ante 22.906 registrados no mesmo período do ano passado, o que representa um avanço significativo de 146,39%. O sexto mês do ano passado foi bastante impactado pelos efeitos da pandemia, o que vem sendo superado no Estado.

Em junho, frente a igual mês de 2020, houve forte recuperação nas vendas de comerciais leves e automóveis, 179,65%, com o emplacamento de 44.112 unidades, ante 15.774 registradas em junho do ano anterior. 

As vendas de caminhões e ônibus avançaram 44,61% na comparação com junho passado, somando 1.731 unidades emplacadas. 

Já na comparação de junho com maio, quando os emplacamentos em Minas somaram 56.121 unidades, a alta foi apenas de 0,56%. 

Assim como em Minas Gerais, no País, a comercialização de  veículos novos cresceu quase 39% no primeiro semestre.

Em nota, o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, destaca que “a alta em relação ao primeiro semestre do ano passado já era esperada, pois tivemos uma paralisação quase completa da economia em abril de 2020, mas, de qualquer forma, o mercado mostrou boa adaptação à pandemia”, disse.

Assumpção explica ainda que a recuperação nas vendas de novos poderia ter sido ainda melhor, caso a produção de veículos estivesse normalizada. A indústria automotiva continua enfrentando dificuldades na obtenção de peças e componentes eletrônicos e, com isso, não consegue manter o ritmo de produção para atender à atual demanda.

“Isso fica bem claro no segmento de automóveis, por exemplo. As concessionárias estão, praticamente, sem estoque de alguns modelos e as entregas estão represadas, o que acaba comprometendo a recuperação dos segmentos afetados”, explica. 

Para os próximos meses, a tendência é de mercado ainda aquecido, porém, com as dificuldades enfrentadas na aquisição de peças e componentes, o índice de crescimento estimado para o País foi reduzido de 16,6%para uma alta de 13,6%.

Belo Horizonte

Em Belo Horizonte,a venda de veículos novos também cresceu. Somente no sexto mês do ano, foram emplacados 38.047 veículos, aumento de 241,75% frente a junho de 2020, quando as vendas de novos somaram 11.133 unidades.

Com o resultado mensal, as vendas de veículos novos somaram 172.156 unidades emplacadas de janeiro a junho na Capital, um avanço de 39,06% quando comparado com igual período do ano anterior (123.802).

Na comparação com junho de 2020, somente no segmento de automóveis e comerciais leves, as vendas subiram 261,36% com 36.049 unidades emplacadas em junho de 2021. No ano, as vendas totalizaram 161.805 veículos, alta de 39,44%.

Em caminhão e ônibus foi registrada alta de 61,37% em junho, frente a igual mês do ano passado, com 376 unidades emplacadas. O volume aumentou para 1.842 veículos do segmento emplacados no acumulado dos primeiros seis meses de 2021, variação positiva de 62,43%.

Empresa vai criar rede de eletropostos na Europa

Joint venture europeia será formada pelas fabricantes Volvo, Daimler Trucks e Traton | Crédito: REUTERS/Kim Kyung-Hoon/File Photo

Frankfurt – Três grandes fabricantes de caminhões da Europa, Daimler Trucks, AB Volvo e Traton, anunciaram ontem que planejam formar uma joint venture para desenvolver uma rede de carregamento de baterias para caminhões e ônibus elétricos que percorrem longas distâncias.

A expansão da infraestrutura para recarregá-las tem sido um obstáculo central para adoção de veículos alimentados por baterias. A ausência dessa rede de recarga gera a chamada ansiedade de alcance, o medo de não ter pontos de carregamento suficientes para terminar a viagem.

“O ingrediente-chave para o lançamento futuro de veículos elétricos será infraestrutura. Será o grande gargalo”, disse Martin Daum, presidente-executivo da Daimler Trucks, que será desmembrada da Daimler ainda este ano, à Reuters.

As três empresas, que estão produzindo caminhões elétricos e normalmente são competidoras, vão investir em conjunto 500 milhões de euros (cerca de US$ 600 milhões) no empreendimento do qual deterão participações iguais e que começará as operações em 2022.

“E a partir de então, estamos muito abertos em todas as direções para permitir que interessados façam parcerias conosco e realmente tragam capital para a joint venture”, disse Matthias Gruendler, presidente-executivo da Traton, acrescentando que espera muitos interessados assim que a parceria entrar em operação.

O objetivo é instalar e operar pelo menos 1.700 pontos de recarregamento de baterias de caminhões elétricos em cinco anos.

A empresa conjunta terá sede em Amsterdã e buscará ao longo do tempo mais parceiros e financiamento público.

A associação da indústria automotiva europeia, ACEA, pediu que haja até 50 mil pontos de recarregamento de alto desempenho até 2030. Gruendler afirmou que quase 10 bilhões de euros seriam necessários para construir a infraestrutura da Europa de modo que o continente seja coberto pela rede eletrificada até 2050.

“Para acelerar ainda mais, precisamos de mais parceiros, mais redes e financiamento público”, disse Martin Lundstedt, presidente-executivo da Volvo. “Continuaremos a ser competidores ferozes. Mas precisamos de uma nova plataforma sobre a qual competir.” (Reuters)

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