COTAÇÃO DE 18/01/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3037

VENDA: R$5,3047

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3170

VENDA: R$5,4570

EURO

COMPRA: R$6,3724

VENDA: R$6,3747

OURO NY

U$1.837,39

OURO BM&F (g)

R$311,58 (g)

BOVESPA

+0,74

POUPANÇA

0,1159%%

OFERECIMENTO

Mercantil do Brasil - ADS

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia
Página Inicial » Economia » Estado confirma terceiro lugar no País em número de formalizações

Estado confirma terceiro lugar no País em número de formalizações

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

Minas Gerais registrou o terceiro maior número de formalizações de microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil em 2020, com um total de 204.748. À frente ficaram somente São Paulo (517.993) e Rio de Janeiro (218.461). Apenas no mês de dezembro do ano passado, foram registradas mais de cinco mil novas formalizações em território mineiro. 

Nesse cenário de crescimento, o Estado já soma 1.277.914 MEIs. As informações foram divulgadas pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas). 

Os dados também mostram que o maior número de formalizações no Estado no ano passado foi registrado no comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios (12.210). Posteriormente, vêm cabeleireiros, manicure e pedicure (12.195), promoção de vendas (11.713), obras de alvenaria (11.685) e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo familiar (8.486). 

Já as cidades com o maior número de formalizações foram Belo Horizonte (34.993), Uberlândia (10.310), Contagem (9.250), Juiz de Fora (6.549), Betim (5.702), Montes Claros (4.632), Divinópolis (3.495), Ribeirão das Neves (4.512), Governador Valadares (3.571) e Ipatinga (2.709). 

A analista da entidade Laurana Viana destaca que os avanços são motivados por uma série de fatores. Um deles tem a ver com o número de desempregados, que ficou ainda maior com a pandemia da Covid-19 e todos os seus desdobramentos. 

“Empresas fecharam, pessoas foram mandadas embora e muitas já receberam todas as parcelas do seguro-desemprego. O empreendedorismo surge como uma alternativa para buscar uma fonte de renda”, destaca ela. 

Além desses casos, afirma a analista do Sebrae Minas, também há o daquelas pessoas que não estavam desempregadas, mas ao observarem o mercado viram grandes oportunidades surgirem, como as relacionadas ao comércio eletrônico e ao delivery.  “Muitas pessoas identificaram oportunidades”, destaca ela.

Tendência – Apesar de o ano de 2020 ter contado com alguns fatores que ajudaram a alavancar o número de MEIs, Laurana Viana ressalta que esse tipo de empreendedorismo, de certa forma, já pode ser visto como uma tendência, inclusive em um período pós-pandemia. Isso por causa de mudanças no próprio perfil da sociedade. 

“Nosso perfil como sociedade vem mudando. Antigamente, ao sair da escola/faculdade, as pessoas procuravam um emprego. Essa geração que está estudando e que está se formando agora vem com outra mentalidade. Muitos não buscam a carteira assinada, mas, sim, fazer algo por conta própria”, afirma.

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!