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Fiat dá férias coletivas para quase 10% dos trabalhadores

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Cerca de 600 trabalhadores da planta em Betim vão ficar em casa por um período de dez dias a partir de hoje | Crédito: Léo Lara / FCA

Cerca de 10% dos trabalhadores da Fiat Chrysler (FCA) em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), entrarão em férias coletivas a partir de amanhã por um período de dez dias. A unidade no município faz parte do grupo Stellantis.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região, Alex Custodio, o percentual de pessoas que serão atingidas pela medida representa aproximadamente 600 profissionais.

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A empresa afirma que a medida é “a fim de adaptar o ritmo de produção na planta de Betim às condições atuais de volume e regularidade de fornecimento de componentes”.

Ainda segundo a Fiat, os trabalhadores que entrarão em férias coletivas serão aqueles que atuam no segundo turno de uma das três linhas de produção da companhia. “A medida envolverá menos de 10% do efetivo da fábrica e terá início em 10 de março, com retorno ao trabalho previsto para 22 de março”, diz a empresa.

A companhia afirma que nenhuma outra planta do grupo está afetada por essa medida e destaca ainda que permanecerá em contato com os seus fornecedores para que haja uma normalização da situação. “A empresa continuará em contato e em negociação com seus fornecedores para normalizar os fluxos de suprimentos”, frisa.

Novas paralisações

No que diz respeito a possíveis novas paralisações, Custodio, do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região, salienta que isso é algo imprevisível e envolve, inclusive, uma série de fatores.

“[Sobre] previsões, é algo difícil de a gente responder com muita convicção porque vai depender de uma série de fatores. Vai depender das peças que estão por chegar, vai depender também dessa questão da pandemia, que infelizmente várias regiões de Minas estão em lockdown e a gente não sabe a que patamar estará isso na nossa região. Então, essa questão das paralisações futuras não tem como eu precisar se vai parar ou não”, destaca ele.

Já no que diz respeito às férias coletivas que serão dadas aos trabalhadores a partir de amanhã e o posicionamento do sindicato, Custodio destaca que há um entendimento de que é razoável.

“O nosso posicionamento, quanto entidade, a gente entende que para este momento, é razoável, sim. É importante que sejam concedidas as férias até mesmo porque devido à toda turbulência que aconteceu no ano passado, a produção voltou a estar em alta escala para a Fiat no ano passado, então os trabalhadores não tiveram férias coletivas no fim do ano passado”, diz ele.

Situações de falta de peças também têm sido vistas em outras companhias automotivas. A General Motors (GM), por exemplo, iniciou nesta semana o sistema de layoff na fábrica localizada em São José dos Campos (SP) por conta da ausência de itens na produção. A medida segue até o dia 2 de maio.

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