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Governo de Minas anuncia avanço de mais seis macrorregiões para onda vermelha

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Crédito: Imprensa/MG

A partir deste sábado (24), 13 das 14 macrorregiões de Saúde do Estado estarão na onda vermelha do plano Minas Consciente. A decisão foi tomada, nesta quinta-feira, durante reunião do Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no Estado.

O grupo decidiu pelo avanço para a onda vermelha das macrorregiões Centro, Centro-Sul, Leste, Leste do Sul, Oeste e Vale do Aço. Assim, permanecerá por mais uma semana na onda roxa – com funcionamento apenas dos serviços essenciais – somente a macrorregião Nordeste, que está com 99% de ocupação da UTI exclusivo Covid. Desde o último sábado, sete das 14 macrorregiões do Estado já haviam progredido para a onda vermelha.

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Do ponto de vista das microrregiões, nove das 89 continuam na onda roxa. Além das quatro micro que compõem a região Nordeste, metade da região Centro segue com medidas mais rígidas. São elas: Guanhães, Itabira, João Monlevade, Ouro Preto e Sete Lagoas.  Outras micro poderão avançar para a faixa amarela. São elas: Manga/Januária, Araçuaí, Diamantina, Serro, Patrocínio/Monte Carmelo, São Sebastião do Paraíso.

 

Avaliação

O governador Romeu Zema pontuou a necessidade de a população manter os cuidados para evitar a propagação do vírus. “Temos que analisar os resultados técnicos. Entendemos que podemos avançar para a onda vermelha em quase todo o Estado, mas é fundamental compreender que a pandemia continua, que todos os cuidados – como uso de máscara e higienização das mãos – são necessários e que só a vacinação é a solução definitiva”, destacou.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, a decisão de manter metade da macrorregião Centro na onda roxa é necessária até que a pressão no sistema de Saúde de Belo Horizonte reduza ainda mais, uma vez que a capital recebe pacientes de outras cidades. “Enquanto a micro de BH não conseguir fazer a absorção dos pacientes, não é possível avançar toda a macrorregião para a onda vermelha”, explicou.

Ainda de acordo com o secretário, os índices da pandemia registrados nesta semana indicam uma melhora no cenário.

Houve aumento de 4,1% nos casos e 8,2% nas mortes, percentuais inferiores à semana passada. Além disso, a positividade da doença também apresentou queda, chegando a 37%. A incidência da doença também está reduzindo.

Outro ponto levantado por Baccheretti é em relação a menor fila de pacientes aguardando atendimento. “A redução constante de pacientes aguardando leitos é um fator confiável. Hoje são 211 aguardando UTI no Estado, ou seja, há uma clara redução na pressão por leitos”, afirmou o secretário, lembrando ainda que uma quantidade menor de doentes esperando atendimento permite que o Estado volte a movimentar os pacientes por regiões de acordo com a existência de vagas.

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