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Governo do Estado prorroga a onda roxa

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O agravamento da pandemia da Covid-19 em Minas Gerais levou o Executivo a manter o fechamento mais rigoroso | Crédito: Luciana Montes

O governo de Minas Gerais prolongou até 11 de abril as medidas restritivas da Onda Roxa do Programa Minas Consciente. Antes, a medida valia até a próxima segunda-feira (4). A manutenção das regras mais rígidas, na maior parte do Estado, tem o objetivo de controlar o avanço da pandemia de Covid-19, que vem batendo recordes diários na ocupação de leitos, na confirmação de novos casos e no número de óbitos no Estado. 

Das 14 macrorregiões de saúde de Minas, apenas a do Triângulo do Norte, que é composta por 27 municípios, progrediu para a onda vermelha, onde as restrições ainda são severas, porém mais brandas que a onda roxa. A microrregião de Patos de Minas, que pertence à macrorregião Noroeste, também progrediu de fase. A decisão foi tomada pelo Comitê Extraordinário Covid-19 e vale a partir do dia 5 de abril. 

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A região do Triângulo do Norte foi a primeira a entrar na Onda Roxa, há cerca de 30 dias. Com as restrições severas em relação ao funcionamento das atividades econômicas e a imposição de toque de recolher, as medidas foram consideradas importantes para conter o avanço da doença em Minas Gerais.

“Avaliando os resultados, tivemos sucesso com as medidas da onda roxa no Estado, que foi determinada há cerca de 30 dias na região do Triângulo do Norte. Os dados nos deixam muito certos que o caminho que estamos traçando é promissor em relação ao controle da pandemia. Com a implementação da Onda Roxa, foi percebido grande impacto positivo no controle da pandemia nesta primeira região, o que permitiu o avanço para a onda vermelha”, disse o secretário de Estado de Saúde (SES-MG), o médico Fábio Baccheretti.

Na próxima semana, haverá nova reunião do Comitê, onde será avaliada a possibilidade de novas regiões progredirem para as ondas menos restritivas.

De acordo com Baccheretti, nas demais regiões, onde as medidas foram implantadas há menos tempo – a partir de 17 de março – os indicadores ainda não permitiram a mudança de onda e as regiões seguirão até 11 de abril com as medidas mais restritivas.

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Na macrorregião Noroeste, que entrou na onda Roxa junto com a Triângulo do Norte, apenas a microrregião de Patos de Minas, composta por 11 municípios, respondeu positivamente às medidas restritivas, podendo evoluir, agora, para a onda vermelha. 

“Com os resultados vistos na região do Triângulo do Norte, ficamos confiantes em relação ao sucesso da Onda Roxa. Em relação a maior parte das regiões, esperamos progredir para as ondas menos severas em breve. As medidas precisam ser acatadas por todos, desde as prefeituras até a população. Na macrorregião Noroeste, por exemplo, os índices não permitiram o avanço para a onda vermelha, liberamos apenas a microrregião de Patos de Minas, que obteve resultados favoráveis”, explicou. 

O governo de Minas ressaltou que o Estado vive o pior momento da pandemia, por isso, as medidas severas são necessárias, assim como a contribuição de toda a sociedade.  O Estado vem registrando recordes de novos casos de Covid-19 e de mortes decorrentes da doença. Na avaliação do governo estadual, um dos motivos que explicam o aumento da disseminação da Covid-19 é a circulação de novas cepas.

“É um cenário nunca antes vivido pelo Estado. É o pior momento da pandemia, muito vinculado às novas cepas que vêm circulando. Diante disso, é determinante a manutenção da Onda Roxa”.

Dentre os gargalos enfrentados no combate à pandemia, Baccheretti explicou que Minas Gerais enfrenta baixa oferta de medicamentos para pacientes intubados e que espera entregas do Ministério da Saúde. O governo do Estado também está investindo na abertura de UTIS, que são o maior problema atual. Em março, foram abertos 33 novos leitos de UTI nos hospitais da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), e outros 40 estão em processo de abertura.  

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