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Guedes: Brasil vai surpreender o mundo

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Crédito: REUTERS/Adriano Machado

O ministro da Economia, Paulo Guedes, destaca que o País começou este ano otimista e, mesmo com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o ministro continua adotando esse tom em seu discurso.

Em uma entrevista para a BTG Pactual, transmitida pelo YouTube, ele afirmou que “nós vamos, de novo, surpreender o mundo”.

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Apesar de reconhecer a crise que se instaurou pelo Brasil e por todo o globo, Guedes também reforça que, até o momento, o País não registrou queda nas exportações. O recuo foi de 1% para a Europa e de 30% para os Estados Unidos e para a Argentina, no entanto, as diminuições foram compensadas pelas compras feitas pela China, segundo Guedes.

Além disso, afirmou ele, enquanto outros países vinham em desaceleração econômica, o Brasil seguia o caminho contrário, em recuperação, já sinalizando também as chamadas reformas estruturais.

“Não quero vender sonhos. A tentativa tem que ser esta: se tentarmos duramente, quem sabe a gente sai dessa crise em U, mas podemos ficar também no L”, disse ele, afirmando que a volta também poderá ser em V, em vez de uma grande depressão.
Para que tudo ocorra da melhor forma, Paulo Guedes afirmou que é preciso manter os sinais vitais da economia, preservando serviços como o de energia, de telecomunicações e de alimentação.

Além disso, ele mencionou todas as medidas já adotadas pelo governo federal até agora, inclusive de proteção aos menos favorecidos financeiramente, para que se possa sair deste momento com perdas mitigadas.

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De acordo com ele, inclusive, as medidas brasileiras são iguais ou até melhores do que as adotadas em outros países, inclusive os avançados. Segundo o ministro da economia, por exemplo, o auxílio aos trabalhadores informais deve atingir os R$ 114 bilhões.

Isolamento social – Criticado por diversos empresários e até pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o isolamento social também foi ressaltado por Paulo Guedes. Ele frisou a importância dessa ação e destacou o quanto é importante preservar vidas.

Para ele, “preservar sinais vitais da economia não significa sair do isolamento”.
O ministro da Economia afirmou que a saída do isolamento tem de ser algo programado, direito e no seu devido tempo, mas já sabendo que esse é um ponto futuro.

Projeções – Paulo Guedes também reforçou a importância das privatizações e afirmou que, no segundo semestre, dependendo de como estiver a situação do País, algumas empresas já poderão ser comercializadas.

Além disso, ele mencionou que as expectativas são de que no ano que vem as despesas já comecem a voltar à normalidade. O ministro da Economia defendeu que os funcionários públicos podem ficar dois anos sem aumento, afirmou que os juros deverão continuar baixos e, ainda, que a reforma da Previdência deverá também ajudar bastante neste momento. “No ano que vem serão R$ 200 bilhões de privilégios a menos, pois são R$ 100 bilhões por ano”, afirmou ele, que acrescentou, ainda, que as demais reformas também serão aceleradas na hora oportuna.

“Não sabemos ainda a profundidade da crise, mas não sentimos que desorganizou a economia. O impacto foi forte, mas ainda não é algo que impeça a recuperação rápida”, afirmou Guedes.

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