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Economia

Guedes diz que governo “possivelmente” vai estender rolagem de dívida de setores afetados

Em audiência no Congresso, ministro da Economia respondia a questionamento feito sobre o setor de turismo

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Guedes
Crédito: Ueslei Marcelino/Reuters

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, nesta quinta-feira, que a equipe econômica “possivelmente” terá de estender medidas de rolagem de dívida já adotadas em 2020 para segmentos que foram afetados pelo fechamento das atividades em decorrência da escalada de casos e óbitos pela Covid-19 em âmbito nacional.

Em participação virtual durante audiência na comissão do Congresso que acompanha a pandemia da Covid-19, Guedes respondia a questionamento feito sobre o setor de turismo e mencionou que o governo avançará na imunização da população, garantindo que essa é a condição para o retorno seguro ao trabalho.

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Ele também afirmou que os empresários do País possuem condições de adquirirem sobras de vacina no exterior. 

Antecipação do 13º salário

O ministro da Economia disse também que, assim que o Orçamento de 2021 for aprovado pelo Congresso, o governo vai disparar o pagamento antecipado de parcela do 13º a aposentados e pensionistas como forma de alívio em meio às dificuldades geradas pelo recrudescimento da pandemia da Covid-19.

Ele frisou que a vantagem da medida é que ela não terá impacto fiscal, uma vez que não se trata de despesas adicionais às já previstas para o ano.

Sobre a renovação do programa BEM, que oferece complementação de renda a trabalhadores que sofram suspensão de contrato ou redução de jornada e salário, o ministro disse que não avançou sua ideia original de reeditar a medida de forma a viabilizar que, com os mesmos valores pagos atualmente no seguro-desemprego, o governo oferecesse uma cobertura por mais tempo aos trabalhadores.

“Estávamos tentando isso aí e houve muito obstáculo político, ‘ah não, não pode mexer nisso e tal'”, disse Guedes durante audiência na comissão.

“Simplesmente, do meu ponto de vista, é um equívoco técnico, mas tudo bem, quem manda é a política, então eu tenho que aceitar e reformular o programa. E aí naturalmente vai ter mais impacto fiscal, um pouco mais de dúvida, um pouco mais de dificuldade na retomada do crescimento, um pouco mais de despesa, em vez de realocar despesas que já existem”, acrescentou o ministro.

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