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Economia

Imóvel residencial acumula queda de 0,84% em BH

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Crédito: Filó Alves

Enquanto os preços dos imóveis residenciais na média brasileira apresentaram mais um avanço em abril, acumulando alta de 0,38% no ano, na capital mineira, os valores seguem em baixa. Belo Horizonte apresentou, pelo quarto mês consecutivo neste exercício, recuo nos valores para imóveis residenciais, chegando a -0,84% no primeiro quadrimestre de 2019.

De acordo com pesquisa do Índice FipeZap, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), assim como nos meses anteriores, em abril, Belo Horizonte apresentou mais um recuo nos preços, de -0,01%. O índice poderia ser considerado praticamente estabilidade, não fossem os números negativos apurados nos meses anteriores.

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Assim, a capital mineira encerrou o mês de abril com o preço médio do metro quadrado para imóvel residencial em R$ 6.296. A título de comparação, o valor da média brasileira chegou a R$ 7.187 no mesmo período.

Mesmo com os recuos, o preço do metro quadrado residencial em Belo Horizonte ainda se configura como um dos maiores entre as capitais pesquisadas. Para se ter uma ideia, superam a capital mineira: Rio de Janeiro com valor de R$ 9.476, São Paulo com R$ 8.899, Brasília com R$ 7.312 e Florianópolis com R$ 6.886.

Bairros – Detalhadamente, foi identificado que o bairro com maior custo do metro quadrado para venda nos imóveis comerciais da Capital, em abril, foi a Savassi (R$ 11.184), seguido por Funcionários (R$ 10.986), Lourdes (R$ 9.523), Boa Viagem (R$ 9.407) e Belvedere (R$ 9.167).

Na outra ponta, os bairros com menores preços em Belo Horizonte foram: Vitória da Conquista (R$ 2.608), Mangueiras (R$ 2.637), Solar do Barreiro (R$ 2.664), Serra Verde (R$ 2.683) e Conjunto Califórnia II (R$ 2.687).

Aluguel – Dados divulgados recentemente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apontam que o preço médio do aluguel residencial, em Belo Horizonte, apresentou alta nominal de 0,36% em março, acumulando elevação de 0,96% no primeiro trimestre e de 3,61% nos últimos 12 meses.

Apesar do incremento, o índice de aumento continua abaixo da inflação medida pelo IPCA/Ipead. Descontando a inflação e levando em conta os últimos 12 meses, o valor do aluguel residencial recuou pelo sexto ano consecutivo.

De acordo com os dados do Ipead, quando descontada a inflação, os valores médios do aluguel residencial estão em queda. Levando em conta os resultados dos últimos 12 meses (abril de 2018 a março de 2019), a retração foi de 2,08%, acompanhando a tendência observada na mesma base de comparação de 2018 (queda de 1,25%) e 2017, com retração de 1,75%.

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