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Indústria de Cal em Minas estima avanço em produção

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Material de construção | Crédito: Alisson J. Silva
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

Apesar de todos os desafios vividos pelo setor de cal em 2020 e das incertezas de 2021, as expectativas para este ano são de um quadro mais promissor em relação ao verificado no ano passado. 

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Cal e Gesso no Estado de Minas Gerais (Sindicalge-MG), Rodrigo Simões, o mercado para o setor está relativamente aquecido, principalmente tendo em vista que a siderurgia, a indústria química e de papel e celulose vêm recuperando o ritmo. 

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Nesse cenário, se, no ano passado, o setor trabalhou com cerca de 70% da capacidade, as expectativas são de que em 2021 esse número se aproxime um pouco mais dos 100% – talvez um meio-termo, segundo Simões, com algo em torno de 85%. 

No entanto, o segmento ainda terá de enfrentar alguns entraves. Segundo Simões, o valor do coque verde de petróleo, que corresponde a cerca de 50% dos custos totais da área, aumentou 138% de fevereiro a novembro do ano passado. De dezembro para janeiro, houve mais um incremento, de 17%. 

“Esse tem sido o nosso maior problema”, conta ele, que frisa que há uma dificuldade em repassar os aumentos recorrentes, embora isso acabe sendo feito, em parte, em alguns momentos. 

“Está tendo uma melhoria no mercado de forma geral. O setor tem conseguido repassar em parte esse aumento”, salienta. 

Um fator que tem favorecido as indústrias com as quais o setor de cal se relaciona e, consequentemente, tem contribuído para o avanço do próprio segmento, são as exportações. 

A alta do dólar frente ao real, lembra Simões, tem favorecido as comercializações para fora do País, provocando uma reação em cadeia. “O setor de cal está ligado a segmentos exportadores”, destaca.

2021 – O presidente do Sindicalge-MG ressalta que os desafios vividos em 2020 com a pandemia da Covid-19 ainda não acabaram, uma vez que os números relacionados à disseminação da doença aumentaram mais uma vez. 

Entretanto, ele acredita que a economia está mais preparada para esse cenário. “Existe uma incerteza, mas acredito que a economia está mais preparada, o Brasil está mais preparado”, salienta.

 Simões diz que o cenário é mais favorável, embora existam as dificuldades. “Recuperar, talvez, 85% da capacidade já é um cenário mais favorável”, diz ele. “Este ano também será um pouco diferente, atípico, mas, ao mesmo tempo, acredito que será menos impactante do que 2020”.

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