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Inflação oficial na RMBH tem pequena alta de 0,05% em março

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Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou um crescimento de 0,05% no mês de março em relação a fevereiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do sexto menor resultado mensal entre as 16 áreas de abrangência da pesquisa. No Brasil, a variação foi de 0,07%.

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Já quando se observa a variação acumulada em 12 meses, a RMBH registrou um incremento de 3,41%, sexto maior resultado entre as áreas pesquisadas.

Conforme destaca o coordenador da pesquisa em Minas Gerais, Venâncio da Mata, os impactos da disseminação do novo coronavírus (Covid-19) não foram totalmente sentidos no estudo do mês passado, uma vez que os cuidados e medidas de combate à doença se intensificaram a partir do dia 18 de março. Os resultados de abril, afirma ele, poderão falar mais claramente sobre esse cenário.

Mesmo assim, a pesquisa de março já mostrou um aumento de 0,76% no grupo alimentação e bebidas, o que, segundo Venâncio da Mata, pode estar ligado ao cenário de pandemia. Os maiores destaques nesse sentido foram para a cenoura (18,84%), a batata-inglesa (13%) e a cerveja (4,44%), com impactos, respectivamente, de 0,02p.p., 0,03p.p. e 0,02p.p.

A alimentação fora do domicílio também apresentou um incremento de 0,76%, impactando o índice geral em 0,04 p.p. “Houve um aumento de 0,71% em refeição e de 0,93% no lanche”, acrescenta Venâncio da Mata. Por outro lado, houve queda nos preços da maçã (-7,70%) e das carnes (-1,04%), com impactos negativos de 0,02p.p. e 0,03p.p., respectivamente.




O grupo vestuário apresentou um aumento de 0,77%. Já habitação teve um incremento de 0,45%, com destaque para o crescimento da energia elétrica residencial (1,44%), responsável pelo maior impacto individual positivo no índice no mês passado. A bandeira tarifária verde foi mantida, mas houve o aumento do PIS/Cofins.

Venâncio da Mata observa que o que mais contribuiu para que o IPCA registrasse um crescimento menor em março foi o grupo transporte (-0,96%), que apresentou o maior impacto negativo no IPCA, de -0,19 p.p.

A queda foi puxada pela diminuição dos preços das passagens aéreas (-20,50,%), responsáveis pelo maior impacto negativo individual de março (-0,11p.p.). Os combustíveis, por sua vez, tiveram um recuo de 0,92%, com destaque para o óleo diesel (-3,06%) e para a gasolina (-0,92%).

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