COTAÇÃO DE 22/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3030

VENDA: R$5,3040

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3100

VENDA: R$5,4600

EURO

COMPRA: R$6,1939

VENDA: R$6,1967

OURO NY

U$1.768,10

OURO BM&F (g)

R$301,58 (g)

BOVESPA

+1,84

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

Intenção de compras tem 2ª alta seguida em julho

COMPARTILHE

Pesquisa mostra que nível de consumo atual no País também melhorou e atingiu maior patamar desde março | Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

Rio de Janeiro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 2% em julho, alcançando a segunda alta consecutiva. O indicador chegou a 68,4 pontos e atingiu o maior nível desde abril. O resultado ficou 3,5% acima do registrado no mesmo período de 2020.

O índice, porém, segue abaixo do nível de satisfação (100 pontos). Os resultados da pesquisa, feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foram divulgados ontem no Rio de Janeiro.

PUBLICIDADE

“A maior confiança das famílias na estabilidade da tendência positiva do mercado de trabalho, a disponibilização do auxílio emergencial e uma maior parcela da população já vacinada favoreceram as condições de consumo”, afirmou, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

Destaque – Como em junho, todos os subíndices da pesquisa registraram resultados positivos, com destaque para o que mede a Perspectiva de Consumo, que subiu 5,1% na comparação com junho, indo a 66,8 pontos. O item foi o que apresentou o maior crescimento no mês e revelou melhora na percepção dos brasileiros em relação a compras futuras.

“A expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo percebido no curto prazo se prolongue para o longo prazo”, disse a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva.

O Nível de Consumo Atual também melhorou ao subir 2,2%, alcançando o maior patamar desde março deste ano (53,1 pontos). “Esse avanço foi resultado da melhora nas condições de consumo, com redução no percentual de famílias que consideram o seu consumo menor (59% contra 60,3% no mês passado e 62,6% em julho de 2020) e crescimento ainda mais intenso do que no mês anterior (4,7%) na percepção do momento para compra de duráveis”, afirmou a economista.

Bens duráveis Apesar de permanecer como o menor indicador em julho, o Momento para Compra de Duráveis, que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis, atingiu o maior patamar desde abril e subiu de forma ainda mais intensa do que no mês anterior (4,7%), chegando a 40,8 pontos.

“Na esteira desse avanço, houve redução do percentual de famílias que acreditam ser um momento negativo para compras desse tipo de produto: 77,2%, abaixo dos 77,7% do mês anterior e dos 78% de julho de 2020”, informou a CNC. (ABr)

FMI prevê avanço global de 6% este ano

Washington – O Fundo Monetário Internacional (FMI) está estimando neste mês que o crescimento global para 2021 será de cerca de 6%, mesmo nível da projeção de abril, mas com alguns países crescendo mais rápido e outros mais lentamente, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, ontem.

Georgieva, falando em evento on-line patrocinado pelo Peterson Institute for International Economics (PIIE), afirmou que a recuperação ficará travada a menos que o ritmo de vacinação contra a Covid-19 acelere e acrescentou que a meta de acabar com a pandemia até o fim de 2022 não será alcançada no ritmo atual.

O FMI projetou em abril que o crescimento global em 2021 atingiria 6%, taxa não vista desde os anos 1970, conforme a disponibilidade de vacinas melhorou e as economias eram reabertas com a ajuda de estímulos fiscais sem precedentes, especialmente nos Estados Unidos.

Mas Georgieva disse que a relativa falta de acesso à vacina nos países em desenvolvimento e a rápida disseminação da variante Delta da Covid-19 estão ameaçando retardar o ímpeto da recuperação.

O FMI vai divulgar em 27 de julho sua próxima atualização de previsões no relatório Perspectiva Econômica Mundial, mas Georgieva disse que a taxa de crescimento global projetada pelo fundo para este ano permanecerá em 6%.

“São 6% em julho, mas entre abril e julho a composição desses 6% mudou”, disse Georgieva na sessão do PIIE com a ex-comissária de comércio da União Europeia Cecilia Malmstrom.

“Agora, projeta-se que alguns países crescerão mais rápido, alguns países agora deverão crescer mais devagar. Qual é a diferença? É principalmente a velocidade e eficácia das vacinações e a disponibilidade de espaço fiscal para agir”, acrescentou Georgieva.

Ela disse que uma meta do FMI-Banco Mundial para que os países forneçam US$ 50 bilhões para aumentar as taxas de vacinação contra a Covid-19 provavelmente exigirá mais do que as 11 bilhões de doses inicialmente previstas, porque as doses de reforço podem agora ser necessárias e também para cobrir perdas de dosagem em alguns países em desenvolvimento que carecem de instalações de armazenamento suficientes. (Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!