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Lojistas admitem que podem abrir de modo ilegal

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Crédito: Manoel Evandro
Crédito: Manoel Evandro

Sob a alegação de que o orçamento já está apertado, as contas – inclusive o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) – estão chegando e que há indícios de que o comércio não é o culpado pelo aumento do número de casos de Covid-19 em Belo Horizonte, lojistas de diferentes setores admitem continuar funcionando, mesmo que de forma clandestina, a partir da próxima semana.

É que, nesta segunda-feira (11), entra em vigor o decreto que altera o funcionamento das atividades de comércio e serviços na cidade devido à pandemia do coronavírus. Na última quarta-feira (6), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou a volta à estaca zero, sob a alegação de que “governar não é agradar” e que “os números são impressionantes” e fizeram a cidade chegar ao limite.

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Alguns empresários de diferentes setores consultados pela reportagem admitiram que vão correr o risco e funcionar de portas fechadas. A maioria alega aperto nas contas e até pedidos de clientes. Outros irão atuar, mesmo que de maneira ilegal, por demanda. “No primeiro fechamento foi assim, pois precisávamos trabalhar, senão as contas não fechavam. A situação agora é ainda pior”, revelou o proprietário de uma loja de veículos usados na região Centro-Sul da cidade, que preferiu não se identificar.

Questionada sobre como ocorrerá a fiscalização neste novo fechamento, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou, por meio de nota, que a Subsecretaria de Fiscalização continuará com as ações planejadas nas nove regionais, priorizando as vistorias nos grandes corredores e centros comerciais já reconhecidos da cidade, como Centro-Sul, Barreiro e Venda Nova.

Ainda conforme a pasta, para aumentar a abrangência de atuação, estarão nas ruas equipes da Fiscalização de Controle Urbanístico e Ambiental, Guarda Municipal e Fiscais da Vigilância Sanitária.

“Os estabelecimentos que não cumprirem com as medidas de combate à Covid-19 e forem reincidentes estarão sujeitos à interdição imediata e, se insistirem, em multa de R$ 17.614,57. O respeito às medidas de combate à Covid-19 é essencial para retomarmos as atividades rapidamente. As denúncias devem ser feitas pelo Portal de Serviços ou pelo telefone 156”, disse a PBH.

Funcionamento – Conforme o decreto publicado no Diário Oficial do Município de sexta-feira (8), podem funcionar padarias, açougues, hortifrutigranjeiros, mercearias, supermercados, farmácias, óticas, lojas de materiais de construção em geral, postos de combustíveis, oficinas mecânicas, agências bancárias, casas lotéricas, Correios, comércio de medicamentos para animais, atividades industriais, serviços de alimentação apenas para entrega em domicílio ou retirada, bancas de jornais e revistas, entre outros.

Já entre as atividades suspensas pelo decreto estão: comércio de vestuário, calçado, relojoaria, papelaria, bares e restaurantes (autorizado delivery e retirada no local), casas de shows e espetáculos; boates; casas de festas; feiras e exposições; shopping centers e galerias de lojas; cinemas e teatros; clubes; academias; clínicas de estética e salões de beleza; parques de diversão; etc.

No comunicado, a PBH ressaltou que o total de 156.958 empresas de serviços e de atividades essenciais (84% das empresas ativas instaladas na Capital) seguem autorizadas a funcionar. E que a decisão foi tomada em virtude da capacidade de atendimento hospitalar no município e baseada nos indicadores epidemiológicos, que se mantiveram pelo 13º dia consecutivo.

Segundo o último boletim publicado pela prefeitura, o nível de transmissão da doença está em 1,03 (amarelo), o de ocupação de leitos de enfermaria em 65,3% (amarelo) e o de UTI em 83,3% (vermelho). Desde o início da pandemia, em março, 68.213 pessoas contraíram o vírus e 1.938 perderam a vida na capital mineira.

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