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Crédito: Manoel Evandro

O Sindicato do Comércio Lojista de Belo Horizonte (Sindilojas BH) junto a várias entidades representantes do comércio e serviços elaboraram a proposta “Plano de Retomada das Atividades do Comércio e Emprego” para a reativação gradual e segura das atividades econômicas que foram suspensas para o controle da disseminação do novo coronavírus em Belo Horizonte.

A proposta prevê a reabertura dos empreendimentos em períodos diferenciados, conforme a área de atuação, o que também é importante para evitar a superlotação do transporte público.

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O documento será entregue ao prefeito de Belo Horizonte (PBH), Alexandre Kalil, e para o Comitê de Enfrentamento à Epidemia do Covid-19 da Capital. A proposta foi apresentada, ontem, em reunião promovida pelo vereador Léo Burguês (PSL) com os representantes do comércio de Belo Horizonte.

De acordo com o presidente do Sindilojas, Nadim Donato, a retomada do comércio é considerada fundamental uma vez que após 40 dias com as atividades suspensas, os empresários já não possuem mais caixa para quitar as despesas. Além disso, as demissões são crescentes.

“Precisamos que a reabertura do comércio aconteça, nem que seja por meio período. O ideal era que isso já acontecesse no dia 4 de maio, para que os lojistas possam aproveitar a demanda do Dia das Mães, que é a segunda melhor data para o comércio após o Natal”, disse Donato.

O documento propõe a abertura dos comércios de rua, bairro e hipercentro das 9 horas às 17 horas durante a semana e de 9 horas às 13 horas no sábado. As lojas de shopping funcionariam das 12 horas às 20 horas de segunda-feira a sábado e estariam fechadas aos domingos. As lojas de home center e autosserviços de materiais de construção funcionariam de segundo a sábado de 7 horas às 19 horas e aos domingos de 9 horas às 19 horas.

O comércio de material de construção, nos dias de semana, seria de 8 horas às 17 horas e aos sábados de 8 horas às 13 horas.

Comércio hipermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrúti, de segunda a domingo, de 7 horas às 20 horas. Comércio atacadista de gêneros alimentícios de 5 horas às 17 horas, de segundo a sexta. Lojas de venda de motos e carros durante a semana de 8 horas às 17 horas.

O funcionamento de bares e restaurante, segundo a proposta, também seria diferenciado. As lanchonetes funcionaram de segunda a segunda no horário de 7 horas às 18 horas, os restaurantes para almoço funcionariam das 11 horas às 15 horas e os bares e restaurantes noturnos das 17 horas às 22 horas.

Além do horário diferenciado, seriam adotadas pelas lojas medidas de prevenção ao coronavírus, proteção individual e medidas para evitar a aglomeração de pessoas. Também serão avaliadas escalas mínimas de trabalhadores e limite de entrada de clientes.

“Para elaborar esta proposta pensamos não somente na retomada das atividades, mas na saúde e na higiene para evitar a disseminação do coronavírus. Os horários também foram pensados para evitar a superlotação no transporte público, com o escalonamento do horário de funcionamento dos estabelecimentos”, explicou Donato.

Transparência – Durante a reunião, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, cobrou da Prefeitura de Belo Horizonte mais transparência na definição dos critérios que serão utilizados para a reativação das atividades econômicas.

Segundo ele, para dar segurança aos empresários e permitir maior planejamento, até mesmo para a compra de insumos, seria necessário que a prefeitura estimasse um nível ideal da curva de contaminação pelo coronavírus e a oferta de leitos voltados para atender os casos, para que ocorra a abertura do comércio.

“A transparência reduz a incerteza e permite o planejamento para a reabertura. Pedimos que as decisões da PBH sejam compartilhadas. Não queremos antecipar nada, mas a transparência é necessária para sociedade superar essa situação politicamente e também os ônus. Foram definidos os critérios para manter as empresas fechadas e é preciso estabelecer os que serão utilizados para reabrir”, explicou.

O Secretário Municipal de Saúde PBH, Jackson Machado Pinto, explicou que a prefeitura a capital mineira está trabalhando na determinação de parâmetros para flexibilizar o isolamento.

“Infelizmente não temos bola de cristal e estamos tentando achar parâmetros objetivos e científicos para que se flexibilize o isolamento, inclusive com a determinação de uma possível data. Estamos trabalhando para apresentar uma proposta nos próximos dias.

Podemos programar uma abertura gradual, mas só reabriremos quando houver o menor risco de contaminação. Todo o processo será feito com muita responsabilidade para pouparmos o maior número de vidas possível”, disse Machado.

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