COTAÇÃO DE 26/10/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6270

VENDA: R$5,6270

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6730

VENDA: R$5,8030

EURO

COMPRA: R$6,6420

VENDA: R$6,6450

OURO NY

U$1.792,47

OURO BM&F (g)

R$327,87 (g)

BOVESPA

-1,34

POUPANÇA

0,3575%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

MPEs criam 16.832 postos de trabalho no Estado

COMPARTILHE

Desde o início da pandemia, os pequenos negócios geraram 24.668 postos de trabalho em Minas | Crédito: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Mesmo diante de todos os desafios provocados pela pandemia da Covid-19, as micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado registraram um saldo positivo de 16.832 postos de trabalho em janeiro. O número é cerca de oito vezes maior do que o verificado em dezembro do ano passado.

Os dados foram divulgados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

PUBLICIDADE

Os números também mostram que quando se compara janeiro deste ano com o mesmo período de 2020 (7.600), o saldo positivo de vagas de trabalho nas MPEs foi mais do que o dobro.

A indústria foi o setor que mais gerou vagas de trabalho em janeiro deste ano, com 6.205. Posteriormente vêm serviços (5.138), construção civil (3.044), comércio (1.987) e agropecuária (458).

Todas as regionais de Minas Gerais tiveram um desempenho positivo no primeiro mês do ano, sendo que o primeiro lugar do ranking foi para o Triângulo Mineiro (2.975). Centro ficou em segundo lugar (2.913), seguido por Centro-Oeste e Sudoeste (2.751) e Sul (2.460). Já a cidade com o maior saldo de vagas de emprego em janeiro foi Uberlândia (1.211).

Economista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae Minas, Gabriela Martinez destaca que, embora o fim do ano passado não tenha sido superpositivo e nem tenha correspondido às expectativas, acabou dando um certo fôlego para as empresas. Ela diz que provavelmente houve a ideia de que o cenário continuaria melhorando, o que ajuda a explicar as contratações realizadas no início de 2021.

No entanto, afirma Gabriela Martinez, diante do agravamento da pandemia da Covid-19, pode ser que esses números não se sustentem. “A não ser que as empresas tenham se organizado, tenham conseguido fazer um caixa de emergência para se segurarem no lockdown. Caso contrário, poderá haver resultados negativos”, afirma ela.

Força das MPEs

Mesmo com todos os desafios vividos pelas MPEs e ainda previstos para este ano, a economista do Sebrae Minas salienta a força do setor.

De acordo com os dados da entidade, de março do ano passado a janeiro deste ano, as micro e pequenas empresas do Estado foram responsáveis por um saldo positivo de 24.688 postos de trabalho. Já as médias e grandes empresas (MGEs) tiveram um resultado negativo: -2.133.

“Quem está sustentando a economia são as micro e pequenas empresas. Por isso, é importante dar suporte para que elas consigam sobreviver e haja uma retomada mais rápida”, diz Gabriela Martinez.

Homens lideram

O levantamento também aponta que o número de contratações foi maior entre o público masculino do que o feminino.

Os dados divulgados pelo Sebrae mostram que o número de homens contratados em janeiro pelas MPEs (11.502) foi mais do que o dobro do que o das mulheres (5.330).

“A indústria e a construção civil tiveram destaque no número de contratações e são atividades que normalmente contratam mais pessoas do sexo masculino”, diz Gabriela Martinez.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!