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Economia

Paralisação dos caminhoneiros: categoria em Minas ainda não definiu adesão

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Crédito: Fabio Scremin
Crédito: Fabio Scremin

Embora o movimento de paralisação dos caminhoneiros previsto para o próximo dia 1º de fevereiro esteja crescendo no País, em Minas Gerais ainda há dúvidas quanto à adesão. De acordo com o presidente da Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas e Bens do Estado de Minas Gerais – (Fetac-MG), Antônio Vander Silva Reis, as próximas semanas serão decisivas para a categoria do Estado.

Em contato breve com a reportagem, Reis explicou que enquanto alguns caminhoneiros apoiam o movimento, outros apresentam dúvidas. Por isso, a entidade ainda precisa discutir mais sobre o assunto antes de um posicionamento oficial.

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Já em âmbito nacional, a decisão parece estar tomada. A mobilização ganhou fôlego quando o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) convocou o setor para entrar em greve no início do mês que vem.

De acordo com o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomo do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, a greve poderá ser maior do que a realizada em 2018, devido ao grau crescente de insatisfação da categoria, principalmente em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas desde a manifestação histórica que parou o Brasil por onze dias em maio daquele ano. 

Integrante do CNTRC, a ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros e endossa o coro sobre a pauta de dez reivindicações, que inclui piso mínimo do frete e reclamações contra a política de preços de combustíveis. Outra exigência diz respeito à presença do presidente Jair Bolsonaro nas negociações.

Alerta – “O movimento está crescendo e ganhando adesão de outras entidades. Em 2018, a adesão da população foi mais lenta. Agora, os caminhoneiros estão mais conscientes e organizados, levando informações para todos. Estamos abertos ao diálogo, mas os órgãos competentes e os ministérios não estão tratando com as pessoas corretas e a greve vai acontecer”, alertou.

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Stringasci se refere à Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA). Por insatisfação com a entidade, no fim do ano passado, representantes dos caminhoneiros (sindicatos, associações, cooperativas) de 22 diferentes unidades da federação brasileira se mobilizaram para a criação do conselho.

Inclusive, as últimas tentativas de greve da categoria não vingaram por rachas entre as diversas entidades representativas no País. “Aguardamos uma solução desde 2018 e aquelas pessoas não têm mais condições de nos representar. O conselho foi criado justamente para dar voz aos transportadores, porque a maioria não concorda com a atitude da CNTA e demais representantes da categoria”, justificou.

A reportagem tentou contato com a CNTA por diversas vezes, sem sucesso.  

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