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Governo não descarta mudar tributação no setor
Crédito: Charles Silva Duarte

Rio – A Petrobras elevará o preço médio do óleo diesel nas refinarias em 8% a partir de hoje, na primeira alta aplicada ao combustível fóssil pela petroleira neste ano, na esteira de uma recuperação recente dos preços internacionais do petróleo, informou a estatal ontem.

Ainda assim, o diesel da petroleira estatal – responsável por quase 100% da capacidade de refino do País – acumula queda de cerca de 40% neste ano, impactado por uma diminuição dos preços do petróleo e de seus derivados diante da propagação do novo coronavírus, que reduziu a demanda global.

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A última elevação do diesel, o combustível mais consumido no País, havia ocorrido em 21 de dezembro, quando foi elevado em 3%.

Os preços do petróleo Brent acumulam aumento de cerca de 40% neste mês, reagindo a cortes de produção e a um relaxamento de medidas de isolamento social tomadas em função da pandemia nos Estados Unidos e em alguns países da Europa.

Ontem, o Brent operava em alta de cerca de 9%, a US$ 35,32 por barril.

Em contrapartida, a Petrobras decidiu manter o valor da gasolina nas refinarias, após já ter realizado duas elevações neste mês. A queda acumulada da gasolina da Petrobras neste ano também está por volta de 40%.




O repasse dos reajustes nas refinarias até os consumidores finais não é imediato e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de biodiesel.

Defasagens – Apesar dos recentes reajustes, o mercado aponta um atraso da Petrobras para repassar as altas internacionais.

“O aumento (do diesel) ainda é insuficiente para fazer frente à alta que a gente teve no mercado internacional, considerando a forte alta que estamos tendo no preço do diesel agora no mercado internacional a gente já está mais de 20 centavos defasado. Ou seja, a Petrobras tem embrionada uma alta de mais de 20 centavos ainda no diesel”, disse o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva.

O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, também afirmou que aguardava reajustes mais altos pela Petrobras.

“No diesel, as defasagens variavam de R$ 0,20/litro a R$ 0,14/litro, considerando os fechamentos da última sexta-feira (16). Assim, esperávamos um reajuste maior do que o anunciado. Como hoje o mercado está subindo, as defasagens continuarão elevadas”, afirmou. (Reuters)

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