COTAÇÃO DE 24/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3430

VENDA: R$5,3440

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3800

VENDA: R$5,5030

EURO

COMPRA: R$6,2581

VENDA: R$6,2594

OURO NY

U$1.750,87

OURO BM&F (g)

R$301,00 (g)

BOVESPA

-0,69

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

Petrobras nega convocação de assembleia para nova eleição do conselho

COMPARTILHE

POR

Fachada do prédio da Petrobras
Crédito: REUTERS/Sergio Moraes

SÃO PAULO – A Petrobras informou nesta quarta-feira que o seu Conselho de Administração negou pedido de convocação de assembleia geral extraordinária para uma “reconstituição” do colegiado, tendo em vista a renúncia do conselheiro eleito Marcelo Gasparino.

Gasparino, representante de acionistas minoritários, renunciou com o objetivo de provocar nova eleição do conselho pelos acionistas, sob alegação de ter identificado problemas nos procedimentos da assembleia que o elegeu.

PUBLICIDADE

O conselho da Petrobras justificou a negativa dizendo que a renúncia de Gasparino somente passará a produzir efeitos a partir de 31 de maio de 2021.

“Dessa forma, não há, no momento, vacância no Conselho de Administração”, justificou a empresa.

De acordo com normas da Petrobras, a vacância do cargo de conselheiro eleito por voto múltiplo poderá ser preenchida por substituto eleito pelo colegiado até que seja realizada uma próxima assembleia geral de acionistas, “de maneira a assegurar a continuidade da gestão e o regular funcionamento dos órgãos de administração”.

Uma vez verificada a vacância, a próxima assembleia que ocorrer deverá proceder à eleição dos oito membros do Conselho eleitos por voto múltiplo, acrescentou a companhia.

Com relação a questionamentos sobre o processo de votação na eleição para o Conselho de Administração da companhia, “a Petrobras entende ser pertinente prosseguir com a análise dos fatos ocorridos, inclusive mediante contatos com a B3, com os demais agentes envolvidos na realização da assembleia, com outras companhias que realizaram assembleias com voto múltiplo recentemente e com a CVM”.

Segundo a Petrobras, “atuação diversa poderia gerar custos, insegurança e consequências desnecessárias, sem garantia de que uma nova eleição transcorreria sem os mesmos questionamentos, como dito, ainda sob avaliação”.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!