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Economia

Preço de imóveis residenciais avança na capital mineira acima da média nacional

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CREDITO: CHARLES SILVA DUARTE Usada em 03-07-19 Usada em 14-07-20

Mesmo em meio a todas as incertezas atuais, o preço médio de venda de imóveis residenciais em Belo Horizonte avançou 0,74% em abril na comparação com o mês de março, chegando a R$ 6.904/m². O incremento foi maior do que o da média nacional (0,30%).

Os números também mostram que, na variação acumulada em 12 meses, a alta dos preços de imóveis residenciais na capital mineira já chega a 2,71%. Já no acumulado do ano, de janeiro a abril, houve queda de 0,36%. Os dados pertencem ao índice FipeZAP e levam em conta uma amostra de 86.018 anúncios.

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Em abril, o preço médio de venda de imóveis residenciais em Belo Horizonte ficou entre os seis maiores destaques quando se verifica as16 capitais pesquisadas, atrás apenas de Maceió (+1,50%), Florianópolis (+1,16%), João Pessoa (+0,90%), Vitória (+0,88%) e Campo Grande (+0,79%).

Coordenador do FipeZAP, Eduardo Zylberstajn salienta que, no segundo semestre de 2020, o mercado imobiliário apresentou um quadro de recuperação. Entretanto, as incertezas atuais, como as relacionadas ao fim da pandemia da Covid-19, fizeram com que o cenário mostrasse certa volatilidade.

“O mercado imobiliário mostrou uma recuperação vigorosa no segundo semestre do ano passado, mas nos últimos meses houve certa volatilidade – entre outros motivos, por conta da própria incerteza quanto à recuperação econômica e da velocidade da saída da pandemia”, destaca o coordenador do FipeZAP.

Por bairros 

O Índice FipeZAP também mostra quais foram os bairros em que os imóveis residenciais foram mais e menos valorizados em abril e qual o preço médio do metro quadrado para venda.

A Savassi continua ocupando o primeiro lugar (R$ 12.575/m²). Posteriormente vêm Santo Agostinho (R$ 11.561/m²), Funcionários (R$ 11.198/m²), Lourdes (R$ 10.677/m²) e Boa Viagem (R$ 9.848/m²).

Já os bairros onde os imóveis residenciais apresentaram os menores preços de venda foram Jaqueline (R$ 2.852/m²), Vitória (R$ 2.849/m²), Serra Verde (R$ 2.740/m²), São Cristóvão (R$ 2.626/m²) e Solar do Barreiro (R$ 2.608/m²).

Expectativas 

Mesmo em meio a todas as incertezas atuais, Eduardo Zylberstajn explica que a demanda por imóveis residenciais tem crescido, por conta de fatores como juros baixos e recuperação econômica. Sendo assim, um cenário de aumento dos preços ainda poderá continuar sendo visto daqui para a frente.

“Apesar dessa incerteza, ainda temos espaço para aumento nos preços no Brasil – o ambiente de recuperação econômica, juros baixos e a vontade de renovação dos espaços residenciais por parte das famílias são os combustíveis que têm elevado a demanda”, afirma ele.

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