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Prefeitura manterá as instituições de ensino da Capital fechadas

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Alexandre Kalil revelou que a administração municipal já investiu R$ 14 mi nas escolas | Crédito: Mara Bianchetti

Apesar de não ter data para o retorno das aulas presenciais nas escolas da Capital, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) investiu R$ 14 milhões na estruturação das instituições de ensino da cidade nos últimos meses. Segundo o prefeito Alexandre Kalil (PSD), recursos do governo federal destinados ao combate da Covid-19 foram alocados nas adequações de escolas e creches e permitiram a troca de bebedouros, instalação de pias e compra de termômetros e equipamentos de proteção individual (EPI).

Kalil enfatizou que a Prefeitura está preparada para abrir as escolas a qualquer momento, mas que o risco de contágio precisa ser considerado. “Estamos preparados para abrir amanhã, se fosse o caso. Mas não há data para retomada das aulas presenciais em Belo Horizonte. Não dá para falar que será amanhã ou no ano que vem. Agora é uma questão sanitária”, argumentou.

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Como exemplos, o prefeito leu, durante a entrevista coletiva, manchetes de reportagens sobre o funcionamento de instituições de ensino no exterior, visando justificar a necessidade de as escolas permanecerem fechadas. Mas defendeu não politizar a pandemia e se disse disposto a conversar com especialistas de opinião contrária aos membros do Comitê Epidemiológico da PBH.

Kalil também ponderou que, mesmo com as escolas permanecendo fechadas, a reabertura gradual da cidade continuará evoluindo.

“Isso é um assunto de estudo médico. Nós queremos nossos alunos estudando. Mas a escola é um antro de contágio. Estamos em pandemia, o que vale não é a importância do que se abre, mas a importância do poder de contágio do que vai abrir. A não volta às aulas não baixa a reabertura gradual da cidade. Nada disso. Vamos abrindo até que chegue a hora de abrir as escolas”, comentou.

Ele criticou ainda a comparação da reabertura de bares e restaurantes com a liberação de instituições de ensino, lembrando que se trata de uma crise endêmica e não educacional. “A escola é compulsiva; o bar não é compulsivo. Você vai ao bar se quiser. Mas a escola você é obrigado a ir. Você vai ao shopping, à feira, à loja se quiser. Escola você é obrigado. Essa é a diferença”, alertou.

Neste sentido, Kalil também revelou que ficou sabendo que os níveis de visitação dos shoppings e nos clubes da cidade, no último fim de semana, estiveram baixos. O prefeito atribuiu o movimento à “conscientização do mineiro de que, neste momento, a prioridade deve ser de permanecer em casa”.

Já o secretário Municipal de Saúde, Jackson Machado, revelou que não é possível garantir a volta ainda este ano. “Vai depender da curva”, informou. Ele explicou que é seguro que a abertura seja feita, no ensino infantil, quando é atingida a taxa de 5 casos por 100 mil habitantes/dia; ensino médio e superior, a taxa de 50 casos por 100 mil habitantes/dia.

Dados do Governo de Minas mostram a taxa de transmissão por dia em 61,2 na Capital. “A gente tem muita responsabilidade porque sabe que o número de máscaras é limitado e convivência prolongada. Todos os protocolos sanitários já estão prontos, já foi estudado, já sabemos como vai acontecer, mas só será implantado quando os números permitirem”, defendeu o secretário que também é o líder do Comitê Epidemiológico da cidade.

Balanço – Kalil também fez uma espécie de balanço das ações da PBH no enfrentamento à pandemia e elogiou os médicos infectologistas que integram o Comitê municipal. Segundo ele, os médicos Carlos Starling, Estevão Urbano e Unaí Tupinambás , ao lado de Jackson, entram para a história de Belo Horizonte, a terceira capital do País.

Questionado pela reportagem se algo teria sido feito erroneamente nos últimos meses, Kalil afirmou que a medicina é muito cruel. “Ela não é matemática. E falar que há um ponto negativo numa pandemia que já vitimou um milhão de pessoas no mundo e abrir a boca para fazer qualquer crítica a qualquer médico, além de covarde é inútil”, finalizou.

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