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Economia

Produção de aço cresce 1,5% em Minas Gerais

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Crédito: Divulgação

De janeiro a julho de 2019, o parque siderúrgico de Minas Gerais foi responsável por 31,5% do aço bruto produzido em todo o Brasil. Ao todo, foram 6,194 milhões de toneladas produzidas nos primeiros sete meses deste exercício, volume 1,5% superior aos 6,104 milhões de toneladas da mesma época do ano passado. Em segundo lugar, apareceu o Rio de Janeiro, com fatia de 27,1% da produção nacional, tendo fabricado 5,338 milhões de toneladas de aço até o mês passado.

As informações constam do balanço mensal do Instituto Aço Brasil (Aço Brasil), que indicou que, em âmbito nacional, o total de aço bruto produzido no acumulado dos sete primeiros meses deste ano foi de 19,691 milhões de toneladas. O volume representa uma queda de 4,3% frente ao mesmo período do ano anterior.

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Somente em julho, a produção de aço bruto em Minas Gerais chegou a 758 mil toneladas, uma baixa de 13,7% sobre as 879 mil toneladas do mesmo mês do ano passado. Já o total nacional foi de 2,4 milhões de toneladas, uma redução de 20,6% frente ao apurado no mesmo mês de 2018.

Além disso, quando considerada a produção de laminados e semiacabados, Minas Gerais somou 5,589 milhões de toneladas de janeiro a julho deste exercício, respondendo por 29,8% do total nacional, que chegou a 18,779 milhões de toneladas no mesmo período.

Vendas – As vendas internas de aço bruto somaram 10,7 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2019, o que representa uma retração de 0,5% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 12,1 milhões de toneladas no acumulado até o mês passado. Este resultado representa uma queda de 1,5% frente ao registrado em 2018.

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Já as importações alcançaram 1,5 milhão de toneladas no acumulado até julho, uma queda de 1,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,5 bilhão e recuaram 5,4% no mesmo período de comparação.

As exportações atingiram 7,7 milhões de toneladas, ou US$ 4,6 bilhões nos primeiros sete meses de 2019. Esses valores representam, respectivamente, queda de 1,8% e de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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