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Produção de minério da Vale tem queda de 15,5% no segundo trimestre

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Crédito: Brendan Mcdermid

Rio – As vendas de minério de ferro da Vale caíram 15,5% entre abril e junho ante mesmo período de 2018, para 61,9 milhões de toneladas, em meio a paradas de produção após o desastre de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e com efeitos de chuvas no Sistema Norte, apesar de avanços na mina S11D (PA).

De acordo com dados divulgados ontem pela companhia, o volume de vendas de minério e pelotas somou 70,8 milhões de toneladas no segundo trimestre, queda de 18,2% ante um ano antes. Na comparação com o primeiro trimestre, porém, as vendas dos dois produtos cresceram 4,5%, devido ao consumo de estoques no exterior, disse a empresa.

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O recuo nas vendas, no entanto, veio em meio a preços bem mais altos para o minério de ferro na China, onde as cotações saltaram devido às próprias consequências do rompimento em Brumadinho.

A queda de produção anual poderia ter sido maior não fosse o aumento no S11D, maior empreendimento da história da Vale, no Pará, que registrou produção de 15,738 milhões de toneladas de minério de ferro entre abril e junho, alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Sistema Norte, que inclui S11D e Carajás, entretanto, sofreu com chuvas atípicas no segundo trimestre, somando produção total de 41,6 milhões de toneladas da commodity, queda de 10% na comparação anual e alta de 1,4% ante o primeiro trimestre, explicou a empresa.

Diante das paralisações, no segundo trimestre, a empresa produziu no Sistema Sul – que inclui ativos de Paraopeba, Vargem Grande e Minas Itabirito – 6,173 milhões de toneladas, recuo de 72,3% na comparação anual.

Já no Sistema Sudeste – que inclui operações da Vale em Itabira, Minas Centrais e Mariana, a produção de minério de ferro somou 15,856 milhões de toneladas no segundo trimestre, queda de 42,6% ante um ano antes.

A forte retração ocorre após a Vale ter sido levada a paralisar 93 milhões de toneladas em capacidade de produção de minério de ferro por ano após Brumadinho, dos quais cerca de 30 milhões foram retomados há cerca de um mês, com a volta da mina de Brucutu.

Em relação à capacidade de 60 milhões de toneladas por ano ainda interrompida, a Vale espera a “retomada gradual” de outros 30 milhões a partir do fim deste ano, com a utilização de tecnologia de mineração a seco, que dispensa o uso de barragens.

Os demais 30 milhões de toneladas, que demandam água em seu beneficiamento e por isso precisam de barragens, devem retornar “no período de dois a três anos”, segundo a Vale.

Ontem, a Vale também reafirmou sua previsão de vender entre 307 milhões e 332 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas em 2019, e pontuou que a expectativa atual é de que as vendas fiquem próximas ao centro da faixa. Antes do desastre, a Vale projetava vender 382 milhões de toneladas em 2019.” (Reuters)

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