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A indústria extrativa, que cresceu 1,07% em agosto frente a igual mês de 2017, puxou para baixo o resultado do Estado de janeiro a agosto, com redução de 1,29%

Embora tenha voltado a crescer em agosto, a produção industrial do Estado segue com desempenho negativo no acumulado de 2018. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria extrativa continuou puxando para baixo o desempenho no decorrer deste ano, fazendo com que o parque mineiro apresentasse retração de 1,3% entre janeiro e agosto de 2018 sobre igual época de 2017. No acumulado dos últimos 12 meses, o resultado ficou negativo em 0,8%.

Quando considerado o resultado nacional, percebeu-se aumento nas comparações anuais, embora o desempenho de julho para agosto tenha ficado negativo em 0,3%, com seis dos 15 locais pesquisados contribuindo com taxas negativas, na série com ajuste sazonal.

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De toda forma, o analista da PIM Regional, Bernardo Almeida, explicou que as incertezas do cenário macroeconômico têm afetado as tomadas de decisões em todo o País, fazendo com que os números oscilem de um mês para outro em ambos os casos.

“A política impacta diretamente na indústria, justamente em virtude das iniciativas e propostas, o que prejudica as tomadas de decisões, principalmente em relação aos investimentos. O cenário deverá permanecer instável pelos próximos meses, dificultando qualquer projeção e retardando ainda mais a recuperação da economia”, justificou.

No caso de Minas Gerais, os resultados da série com ajuste sazonal e da comparação mensal foram de 0,5% – ambos superiores aos números do Brasil. Já os índices do acumulado do ano e dos últimos 12 meses foram inferiores à média brasileira.

Em termos de setores, o desempenho de agosto em relação ao mesmo mês do ano passado foi puxado pela indústria extrativa (1,07%), embora o resultado não tenha sido suficiente para elevar os números gerais do Estado nas demais comparações. Já entre as atividades da indústria de transformação, o principal destaque ficou com a metalurgia (1,3%). Na outra ponta, o pior resultado veio de veículos automotores, reboques e carrocerias, com -0,62%.

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Acumulados – No acumulado dos oito meses de 2018, a indústria extrativa puxou o desempenho do parque fabril mineiro para baixo, com resultado de 1,29% sobre a mesma época de 2017. Da mesma maneira, a indústria da transformação apurou queda de 0,72% no mesmo tipo de confronto.

Entre os subsetores, o pior resultado veio do grupo de produtos de metal, exclusive máquinas e equipamentos (-0,42%). Já o melhor foi registrado pela metalurgia (0,62%).

No acumulado dos últimos 12 meses, a indústria extrativa teve resultado de -1,43% e a indústria de transformação de -0,28% sempre frente ao mesmo período do ano anterior em Minas Gerais. A contribuição negativa mais expressiva veio novamente de produtos de metal, exclusive máquinas e equipamentos (-0,39%) e a positiva, mais uma vez, da metalurgia.

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