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Produção nacional de aço supera nível registrado antes da pandemia da Covid

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A produção mineira de aço foi a maior do País em maio, com 29,8% do montante | Crédito: CHINA DAILY

Minas Gerais liderou a produção de aço nacional em maio. No último mês, o parque siderúrgico mineiro foi responsável por 29,8% do total de 3,1 milhões de toneladas de aço bruto, com 942 mil toneladas produzidas.

No acumulado do ano, porém, o Rio de Janeiro ocupa a primeira posição, com 29,1% do total produzido em todo o País e Minas aparece em segundo lugar com 28,8% das 14,9 milhões de toneladas, responsável por 4,3 milhões de toneladas no período de janeiro a maio.

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Os dados são do Instituto Aço Brasil, que destacou que a indústria brasileira do aço está produzindo e disponibilizando no mercado interno mais aço do que no período pré-pandemia. Segundo o presidente executivo do Instituto, Marco Polo de Mello Lopes, a demanda atual pode ser explicada não só pela retomada dos principais setores consumidores, mas também pela formação de estoques defensivos de alguns segmentos que querem se proteger da volatilidade do mercado.

“Volatilidade essa provocada pelo movimento mundial de boom nos preços das commodities. Quase todos os insumos e matérias-primas, em especial minério de ferro e sucata, continuam com significativa elevação de preços, causando forte impacto nos custos de produção da indústria do aço”, explicou.

Em âmbito nacional, as 3,1 milhões de toneladas representaram aumento de 40,1% em relação ao mesmo mês de 2020 e as 14,9 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a maio, elevação de 20,3% frente ao mesmo período do ano anterior.

No caso de semiacabados e laminados, Minas representou 27,1% do total brasileiro no mês e 28% no acumulado do ano, com 880 mil toneladas e 4,032 milhões de toneladas, respectivamente. No País, a produção de laminados foi de 2,4 milhões de toneladas, 70,9% superior à registrada em maio de 2020. Já a produção de semiacabados para vendas foi de 797 mil toneladas, um aumento de 26,5% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2020.

No ano, a produção de laminados foi de 11,1 milhões de toneladas, aumento de 29,7% em relação ao registrado no mesmo período de 2020. A produção de semiacabados para vendas totalizou 3,3 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2021, um acréscimo de 0,5% na mesma base de comparação.

Em termos de vendas, no mês passado, as internas atingiram 2,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 73,9% frente ao apurado em maio de 2020. O consumo aparente de produtos siderúrgicos, em maio, foi de 2,5 milhões de toneladas, apresentando crescimento de 83% em relação ao verificado no mesmo período de 2020.

“O forte crescimento desses indicadores teve a influência da base de comparação com maio de 2020, que foi o segundo mês mais crítico de crise de demanda provocada pela pandemia de Covid-19, impactando fortemente não só a indústria do aço, mas toda a indústria de transformação”, comentou Lopes.

As vendas internas, nos primeiros cinco meses deste ano, foram de 10 milhões de toneladas, representando uma alta de 46,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O consumo aparente de produtos siderúrgicos, nos primeiros cinco meses deste ano, foi de 11,5 milhões de toneladas, acumulando alta de 50,7% frente ao registrado no mesmo período de 2020, o maior volume desde outubro de 2013.

“Não há qualquer situação de excepcionalidade no mercado doméstico de aço. O fornecimento está normalizado e as empresas siderúrgicas estão em ritmo de produção superior àquele verificado no período anterior ao início da pandemia do Covid no País”, garantiu.

Confiança – O Aço Brasil também divulgou o Indicador de Confiança da Indústria do Aço (ICIA), referente a junho. O índice recuou 7,3 pontos frente ao mês anterior, para 63,8 pontos. “Essa queda ocorreu após dois meses de crescimento do indicador. Ainda assim, o ICIA se mantém 13,8 pontos acima da linha divisória de confiança de 50 pontos e 2,6 pontos acima da média histórica do indicador (61,2 pontos), iniciada em abril de 2019”, finalizou.

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