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Reabertura de lojas tem saldo positivo

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Crédito: Adão de Souza/PBH

O primeiro dia de retomada do funcionamento das atividades não essenciais em Belo Horizonte foi marcado por portas ainda cerradas, aglomerações e consumidores ansiosos em busca por presentes para o Dia dos Pais.

Apesar disso, na avaliação de entidades representantes do comércio varejista da Capital, o saldo foi positivo, com lojas do Centro vendendo cerca de 70% de um dia normal e as dos shopping centers, 55%.

De acordo com o presidente do Sindicato de Lojistas de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, os números não surpreenderam, mas indicam que os resultados da abertura do comércio poderão ser bons daqui para frente.

“Os shoppings ficaram um pouco mais vazios, porque as pessoas ainda estão com um pouco de receio. Mas acredito que, devagar, as coisas vão entrar nos eixos. Se continuarmos assim, teremos um desempenho um pouco complicado para os lojistas daqui para frente, pois para trás foi um arraso”, analisou.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo de Souza e Silva, também fez uma avaliação positiva e disse que a abertura para o Dia dos Pais poderá ajudar em alguma recuperação dos mais de quatro meses fechados em virtude das medidas de combate ao Covid-19. Segundo ele, se antes a entidade previa uma queda de 40% nas vendas da data comemorativa, agora já se pode falar em recuo de até 30% sobre o volume registrado na mesma época do ano anterior.

“Alguns ficarão melhores, com 20% ou 25% menos. Mas as dificuldades são grandes, pois os estoques não estão completos, nem todos possuem mercadorias adequadas, faltam funcionários, pois tiveram que demitir, o atendimento está mais moroso e as pessoas ansiosas para comprar. Está tudo mais difícil”, afirmou.

Outro ponto preocupante, segundo Silva, é que muitas lojas que poderiam ter aberto as portas continuaram fechadas. “Ainda não sabemos se não abriram por falta de condições e tempo ou porque quebraram de vez”, ponderou.

Uma forma de ajudar na recuperação, conforme o dirigente, seria o funcionamento aos sábados. É que, conforme o protocolo de flexibilização divulgado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), nesta semana, o comércio foi autorizado a funcionar entre quinta-feira (6) e sábado (8) em função do Dia dos Pais. Já a partir da próxima, os dias autorizados serão quarta-feira (12), quinta (13) e sexta-feira (14).

“Já enviamos um ofício para a Prefeitura para que o comércio continue aberto nos próximos sábados. Sabemos que o maior faturamento do comércio nos bairros de Belo Horizonte é neste dia, então, não há porque não abrir”, argumentou.

Sobre as aglomerações e filas nas portas das lojas, o presidente da CDL-BH afirmou que já era esperado, em função do longo período em que o comércio ficou proibido de funcionar. Ele disse que, os próprios lojistas organizaram o fluxo de consumidores, disponibilizando álcool em gel e cumprindo os protocolos estabelecidos pelo Comitê de Enfrentamento ao Covid-19 da PBH.

Representantes da entidade estiveram nas ruas para apoiar as orientações e esclarecimentos das normas aos lojistas, bem como ajudar cada segmento a entender seu protocolo. Por ser um período de adaptação, a CDL-BH solicitou à fiscalização a priorizar as abordagens educativas e não punitivas.

Novo cenário – Já o economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Guilherme Almeida, lembrou que naturalmente será um Dia dos Pais mais fraco que em 2019.

Isso porque, no ano passado, o cenário era de recuperação econômica, com indicadores desemprego e renda positivos. Neste ano, porém, há pandemia, desemprego elevado, renda achatada e baixa confiança das famílias, que tendem a impactar na decisão de consumo.

“Por isso, esperamos que o volume de vendas seja inferior. Porém, qualquer volume auferido neste período será muito importante para garantir a continuidade de muitos estabelecimentos, já que alguns estavam há mais de 100 dias sem abrir as portas. Observamos com certo otimismo, mas esperamos pelo retorno completo das atividades. Sabemos que para isso, precisamos trabalhar de forma cooperada entre poder público, empresariado e sociedade, de maneira que os casos da doença não aumentem, seguindo todos os protocolos”, destacou.

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